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quinta-feira, 31 de maio de 2012

BLOG DO ALUIZIO AMORIM: LULA E PT PREPARAM GOLPE DE ESTADO

BLOG DO ALUIZIO AMORIM: LULA E PT PREPARAM GOLPE DE ESTADO: Na madrugada desta quarta-feira escrevi aqui no blog uma análise na  em que alertei que Lula e o PT não postulam apenas adiar o julgament...

Cultura da Vida: As 3 táticas de Dr. Bernard Nathanson para legaliz...

Cultura da Vida: As 3 táticas de Dr. Bernard Nathanson para legaliz...: Se você algum dia já presenciou um debate aonde o assunto é aborto, certamente já reparou algumas constantes no lado pró-legalização:  • c...

VERMELHOS NÃO!: Qual é a posição do gilmar? Em qual tendência da e...

VERMELHOS NÃO!: Qual é a posição do gilmar? Em qual tendência da e...: Aborto de anencéfalos: sim. Cotas raciais: sim. Demarcação contínua do país indígena raposa serra do sol: sim. Casamento gay: sim. Pesqu...

Roberto Cavalcanti (www.midiacatolica.org): Pequenos traços de um país subdesenvolvido

Roberto Cavalcanti (www.midiacatolica.org): Pequenos traços de um país subdesenvolvido: Costumam dizer por aí que o Brasil é um país em desenvolvimento, como se apenas fatores econômicos implicassem em “desenvolvimento”.  Algun...

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Mídia Sem Máscara - O triunfo da solidariedade

Mídia Sem Máscara - O triunfo da solidariedade

Crescendo na Albânia comunista: um mundo sem Deus (legendado)

THYSELF, O LORD: Maior Desobediência Civil desde Martin Luther King...

THYSELF, O LORD: Maior Desobediência Civil desde Martin Luther King...: - Eu já falei aqui que 43 dioceses da Igreja Católica nos Estados Unidos entraram com processo contra o governo Obama, porque o govern...

Roberto Cavalcanti (www.midiacatolica.org): Ateus fanáticos de NY contestam homenagem a bombei...

Roberto Cavalcanti (www.midiacatolica.org): Ateus fanáticos de NY contestam homenagem a bombei...: Um grupo de ateus de Nova Iorque está requerendo que a cidade remova uma placa na rua honrando sete bombeiros mortos nos ataques terrorist...

Roberto Cavalcanti (www.midiacatolica.org): Reitoria da UERJ cede espaço à atividade partidári...

Roberto Cavalcanti (www.midiacatolica.org): Reitoria da UERJ cede espaço à atividade partidári...: A Lei do Estado do Rio de Janeiro nº 1.318 de 10 de junho de 1988 aprovou o Estatuto da UERJ.  O artigo 42 do Estatuto assim dispõe: En...

segunda-feira, 28 de maio de 2012

A Língua! - HONDUREMOS JÁ! DIGA NÃO À POLÍTICA NARCÓTICA VERMELHA!: XUXA EM SETEMBRO DE 2009

A Língua! - HONDUREMOS JÁ! DIGA NÃO À POLÍTICA NARCÓTICA VERMELHA!: XUXA EM SETEMBRO DE 2009

Crucifixo

Crucifixo

Marxismo Cultural: O que é o politicamente correcto ?

Marxismo Cultural: O que é o politicamente correcto ?: Original (Ênfase adicionado) Karl Marx Muitos de nós fazemos uma ideia do que é o politicamente correcto (PC), pela repetição de inform...

Julio Severo: Fantástico na luta contra a pedofilia?

Julio Severo: Fantástico na luta contra a pedofilia?: Fantástico na luta contra a pedofilia? Ibope de declaração de coelhinha dos baixinhos estimula Globo em campanha hipóc...

Roberto Cavalcanti (www.midiacatolica.org): Igreja é profanada em 'Marcha das Vadias'

Roberto Cavalcanti (www.midiacatolica.org): Igreja é profanada em 'Marcha das Vadias': A Marcha das Vadias, que levou centenas de pessoas às ruas de Copacabana, neste sábado (26), contra a violência sexual, teve tumulto em f...

VERMELHOS NÃO!: Provando da própria comida

VERMELHOS NÃO!: Provando da própria comida: Os organizadores da cúpula dos povos, que irá ocorrer paralelamente a convenção Rio + 20, tinham planejado que todos os participantes iriam...

ATENÇÃO - Tiririca, Eleições, Votos Brancos e Nulos, Sistema Proporcional

domingo, 27 de maio de 2012

PEC elaborada pela OAB e Marta Suplicy.

PEC elaborada pela OAB e Marta Suplicy.

LIBERTATUM: Reprise: Sociólogos e Sociólogros

LIBERTATUM: Reprise: Sociólogos e Sociólogros: Em boa parte os artigos que escrevo permanecem indefinidamente válidos no tempo, de forma que se tornam propícios para serem relidos. Aq...

Marxismo Cultural: Horrível: mãe espanca violentamente filha de 10 me...

Marxismo Cultural: Horrível: mãe espanca violentamente filha de 10 me...: Um vídeo perturbador emergiu recentemente mostrando uma mãe malaia a bater e a pontapear repetidamente a desprotegida filha de 10 meses . O...

A Falácia da Janela Quebrada

Miguel Sousa Tavares - Ninguém entende o acordo ortográfico

www.blogdonavarro.com.br: QUE FIQUE CLARO! AVANÇO DE LULA SOBRE O STF É AIND...

www.blogdonavarro.com.br: QUE FIQUE CLARO! AVANÇO DE LULA SOBRE O STF É AIND...: Por Reinaldo Azevedo no blog www.veja.abril.com.br/blog/reinaldo/ Caros, é preciso dar à iniciativa de Lula, de tentar encabrestar o Supre...

Mídia Sem Máscara - Comissão “da Verdade” e Marco Legal para a Paz: ovos da mesma serpente

Mídia Sem Máscara - Comissão “da Verdade” e Marco Legal para a Paz: ovos da mesma serpente

Julio Severo: Sem educação formal, irmãos ganham prêmios

Julio Severo: Sem educação formal, irmãos ganham prêmios: Sem educação formal, irmãos ganham prêmios Fora de escola desde 2006, os jovens estudam em casa apenas os temas que lhes i...

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Perigo Islâmico: Apocalipse chamado islão

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Marxismo Cultural: Feminismo levou Thomas Ball ao suicidio

Marxismo Cultural: Feminismo levou Thomas Ball ao suicidio: Helen Smith revela a forma como o feminismo desvaloriza o sofrimento masculino. Imaginem, se forem capazes, que uma rapariga de 16 anos ten...

VERMELHOS NÃO!: fernando meirelles, o especialista

VERMELHOS NÃO!: fernando meirelles, o especialista: O guardian publicou um artigo do cineasta fernando meirelles. O título: caso a presidente rousseff sancione o código florestal não será a...

Julio Severo: Comissão do Senado aprova criminalização da “homof...

Julio Severo: Comissão do Senado aprova criminalização da “homof...: Comissão do Senado aprova criminalização da “homofobia” no novo Código Penal Julio Severo A comissão de juristas do Senado que di...

quinta-feira, 24 de maio de 2012

THYSELF, O LORD: Índia: Cachorros que Comem Fetos de Meninas

THYSELF, O LORD: Índia: Cachorros que Comem Fetos de Meninas: - A foto acima representa o cachorro Cerberus , da mitologia greco-romana, que protegia as portas do inferno para que ninguém fugisse. E...

VERDADE? QUE VERDADE? - POR MARCO ANTONIO VILLA


VERDADE? QUE VERDADE? - POR MARCO ANTONIO VILLA

Verdade? Que verdade? - MARCO ANTONIO VILLA
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O GLOBO - 22/05
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Foi saudada como um momento histórico a designação dos membros da Comissão da Verdade. Como tudo se movimenta lentamente na presidência de Dilma Rousseff, o fato ocorreu seis meses após a aprovação da lei 12.528. Não há qualquer justificativa para tanta demora. Durante o trâmite da lei o governo poderia ter desenhando, ao menos, o perfil dos membros, o que facilitaria a escolha.
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Houve, na verdade, um desencontro com a história. O momento para a criação da comissão deveria ter sido outro: em 1985, quando do restabelecimento da democracia. Naquela oportunidade não somente seria mais fácil a obtenção das informações, como muitos dos personagens envolvidos estavam vivos. Mas — por uma armadilha do destino — quem assumiu o governo foi José Sarney, sem autoridade moral para julgar o passado, pois tinha sido participante ativo e beneficiário das ações do regime militar.
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O tempo foi passando, arquivos foram destruídos e importantes personagens do período morreram. E para contentar um setor do Partido dos Trabalhadores — aquele originário do que ficou conhecido como luta armada — a presidente resolveu retirar o tema do esquecimento. Buscou o caminho mais fácil — o de criar uma comissão — do que realizar o que significaria um enorme avanço democrático: a abertura de todos os arquivos oficiais que tratam daqueles anos.
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É inexplicável o período de 42 anos para que a comissão investigue as violações dos direitos humanos. Retroagir a 1946 é um enorme equívoco, assim como deveria interromper as investigações em 1985, quando, apesar da vigência formal da legislação autoritária, na prática o país já vivia na democracia — basta recordar a legalização dos partidos comunistas. Se a extensão temporal é incompreensível, menos ainda é o prazo de trabalho: dois anos. Como os membros não têm dedicação exclusiva e, até agora, a estrutura disponibilizada para os trabalhos é ínfima, tudo indica que os resultados serão pífios. E, ainda no terreno das estranhezas e sem nenhum corporativismo, é, no mínimo, extravagante que tenha até uma psiquiatra na comissão e não haja lugar para um historiador.
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A comissão foi criada para “efetivar o direito à memória e a verdade histórica”. O que é “verdade histórica”? Pior são os sete objetivos da comissão (conforme artigo 3º), ora indefinidos, ora extremamente amplos. Alguns exemplos: como a comissão agirá para que seja prestada assistência às vítimas das violações dos direitos humanos? E como fará para “recomendar a adoção de medidas e políticas públicas para prevenir violação de direitos humanos, assegurar sua não repetição e promover a efetiva reconciliação nacional”? De que forma é possível “assegurar sua não repetição”?
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O encaminhamento dado ao tema pelo governo foi desastroso. Reabriu a discussão sobre a lei de anistia, questão que já foi resolvida pelo STF em 2010. A anistia foi fundamental para o processo de transição para a democracia. Com a sua aprovação, em 1979, milhares de brasileiros retornaram ao país, muitos dos quais estavam exilados há 15 anos. Luís Carlos Prestes, Gregório Bezerra, Miguel Arraes, Leonel Brizola, entre os mais conhecidos, voltaram a ter ativa participação política. Foi muito difícil convencer os setores ultraconservadores do regime militar que não admitiam o retorno dos exilados, especialmente de Leonel Brizola, o adversário mais temido — o PT era considerado inofensivo e Lula tinha bom relacionamento com o general Golbery do Couto e Silva.
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Não é tarefa fácil mexer nas feridas. Há o envolvimento pessoal, famílias que tiveram suas vidas destruídas, viúvas, como disse o deputado Alencar Furtado, em 1977, do “quem sabe ou do talvez”, torturas, desaparecimentos e mortes de dezenas de brasileiros. Mas — e não pode ser deixado de lado — ocorreram ações por parte dos grupos de luta armada que vitimaram dezenas de brasileiros. Evidentemente que são atos distintos. A repressão governamental ocorreu sob a proteção e a responsabilidade do Estado. Contudo, é possível enquadrar diversos atos daqueles grupos como violação dos direitos humanos e, portanto, incurso na lei 12.528.
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O melhor caminho seria romper com a dicotomia — recolocada pela criação da comissão — repressão versus guerrilheiros ou ação das forças de segurança versus terroristas, dependendo do ponto de vista. É óbvio que a ditadura — e por ser justamente uma ditadura — se opunha à democracia; mas também é evidente que todos os grupos de luta armada almejavam a ditadura do proletariado (sem que isto justifique a bárbara repressão estatal). Nesta guerra, onde a política foi colocada de lado, o grande derrotado foi o povo brasileiro, que teve de suportar durante anos o regime ditatorial.
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A presidente poderia ter agido como uma estadista, seguindo o exemplo do sul-africano Nelson Mandela, que criou a Comissão da Verdade e Reconciliação. Lá, o objetivo foi apresentar publicamente — várias sessões foram transmitidas pela televisão — os dois campos, os guerrilheiros e as forças do apartheid. Tudo sob a presidência do bispo Desmond Tutu, Prêmio Nobel da Paz. E o país pôde virar democraticamente esta triste página da história. Mas no Brasil não temos um Mandela ou um Tutu.
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Pelas primeiras declarações dos membros da comissão, continuaremos prisioneiros do extremismo político, congelados no tempo, como se a roda da história tivesse parado em 1970. Não avançaremos nenhum centímetro no processo de construção da democracia brasileira. E a comissão será um

Mídia Sem Máscara - Komitet Правда?

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Mídia Sem Máscara - O que a esquerda anuncia é assustador

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Julio Severo: Pastor tradicional quer campos de concentração par...

Julio Severo: Pastor tradicional quer campos de concentração par...: Pastor tradicional quer campos de concentração para gays Julio Severo A grande mídia esquerdista, embalada pela mídia gay, vem da...

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Selva Brasilis: No País dos Parasitas: O Absurdo Caso das Filhas d...

Selva Brasilis: No País dos Parasitas: O Absurdo Caso das Filhas d...: O Brasil é um país de picaretas e free-riders. Uma curiosa espécie de parasita é a aberração de filhas solteiras de generais e juízes herdar...

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BLOG DO ALUIZIO AMORIM: PAULISTANOS REPUDIAM A AGITAÇÃO POLITIQUEIRA DO PT...: T rens e metrô de São Paulo voltam a operar. Greve dos agitadores do PT não durou um dia. População mostrou seu repúdio à irresponsável ma...

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Mídia Sem Máscara - A ordem dos fatores

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Attacked by Tolerance -- How same-sex "marriage" hurts people

Politica: Sabias palavras

Politica: Sabias palavras: "...É graças aos soldados, e não aos sacerdotes, que podemos ter a religião que desejamos. É graças aos soldados, e não aos jornalistas, q...

THYSELF, O LORD: Infanticídio na China e o Fantástico "Show da Vida...

THYSELF, O LORD: Infanticídio na China e o Fantástico "Show da Vida...: - No vídeo abaixo há imagens muito fortes de crianças chinesas mortas em bacias pelo infanticídio chinês . Quem traz a fotos é Reggie Li...

terça-feira, 22 de maio de 2012

Julio Severo: Fantástico: Xuxa diz que sofreu abusos sexuais

Julio Severo: Fantástico: Xuxa diz que sofreu abusos sexuais: Fantástico: Xuxa diz que sofreu abusos sexuais Revelação irá abafar escândalo de filme de pedofilia que vem assombrando sua vi...

Mídia Sem Máscara - Saudades dos cigarros que nunca fumarei

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TÔ VENDO TUDO: Incompetência: O FIM DE UM PATRIMÔNIO NATURAL!

TÔ VENDO TUDO: Incompetência: O FIM DE UM PATRIMÔNIO NATURAL!: O FIM DE UM PATRIMÔNIO NATURAL! INCOMPETENTES! Praias do Rio de Janeiro sofrem com aumento da poluição Com 635 km de litoral...

Brasil - Liberdade e Democracia: Chega de Hipocrisia

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Oficial do Exército apresenta 10 perguntas para a Comissão da Verdade; O que fazer com alunos que não aprendem (Simon’s Site – Prof. Simon Schwartzman); A respeito da Comissão da Verdade ( comentário de um leitor de Luís Nassif)- COMENTÁRIO DO BLOG

Oficial do Exército apresenta 10 perguntas para a Comissão da Verdade; O que fazer com alunos que não aprendem (Simon’s Site – Prof. Simon Schwartzman); A respeito da Comissão da Verdade ( comentário de um leitor de Luís Nassif)- COMENTÁRIO DO BLOG

N O T I C I A S da U C R Â N I A: O ESPECTRO DA KGB MIRIM

N O T I C I A S da U C R Â N I A: O ESPECTRO DA KGB MIRIM: Por Leonardo Bruno A vida social necessita de atos disciplinadores de conduta. E isso começa pela própria família, com a noção de ...

sábado, 19 de maio de 2012

A DIREITA BRASILEIRA EM AÇÃO: O comunismo levando ao canibalismo.

A DIREITA BRASILEIRA EM AÇÃO: O comunismo levando ao canibalismo.: Manifestation à la gloire du régime nord-coréen et de ses dictateurs, le 20 avril dans la capitale, Pyongyang. Crédits photo : Ng Han ...

Mídia Sem Máscara - Análise: Desintegração da família no centro da crise de envelhecimento

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Julio Severo: Apesar da ameaça dos eurocratas, prefeitura de Mos...

Julio Severo: Apesar da ameaça dos eurocratas, prefeitura de Mos...: Apesar da ameaça dos eurocratas, prefeitura de Moscou de novo proíbe parada gay Matthew Cullinan Hoffman 18 de maio de 2012 ( Lif...

Mídia Sem Máscara - Minitrue e Miniluv

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quinta-feira, 17 de maio de 2012

A Grande Tribulação - Apocalipse - Pr Waltenir Porto

Acarajé Conservador: Welcome to Rwanda...

Acarajé Conservador: Welcome to Rwanda...: Recordar é viver! Artigo publicado faz tempo, mas que persiste em continuar atual. Pedro Ravazzano Eu, um tútsi brasileiro, escrev...

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:: CONS BRASIL ::: Marxismo é uma forma de loucura: Quem vive na loucura, e sofre o choque de realidade, a tendência é o suicídio, a fuga da realidade. Isso é o que aconteceu com os países co...

Mídia Sem Máscara - Descobrindo os primórdios do Islã

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O MASCATE: Metroviários decidem entrar em greve dia 23. É o PT em campanha.

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quarta-feira, 16 de maio de 2012

VERMELHOS NÃO!: A cota gay: empresários e gerentes de RH tremei

VERMELHOS NÃO!: A cota gay: empresários e gerentes de RH tremei: Do projeto lulo-petista contra a "homofobia" "Art. 4º Deixar de contratar ou nomear alguém ou dificultar sua contratação ou nomeação, qu...

VERMELHOS NÃO!: Você acredita no the new york times?

VERMELHOS NÃO!: Você acredita no the new york times?: Na seção de ciências do "jornalão" americano uma notícia sobre o meio ambiente. Fala sobre o desaparecimento das praias havaianas . A legend...

THYSELF, O LORD: "Pensem nas Virgens Esperando por Vocês"

THYSELF, O LORD: "Pensem nas Virgens Esperando por Vocês": - O grupo terrorista al-Qaeda publicou um manual em inglês para ajudar ocidentais que desejem ser terroristas. A notícia foi publicada...

N O T I C I A S da U C R Â N I A: A TERCEIRA FOME ARTIFICIAL NA UCRÂNIA: 1946

N O T I C I A S da U C R Â N I A: A TERCEIRA FOME ARTIFICIAL NA UCRÂNIA: 1946: Fome de 1946 - terceira fome artificial na Ukraina Tyzhden (Semana), 26.11.2011 Serhii Hrabovskyi O primeiro Holodomor (morte pela fo...

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O MASCATE: Dilma é vaiada pelos que deveriam aplaudi-la?

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LIBERTATUM: Religiosos fundamentalistas com fundamentos ou dit...

LIBERTATUM: Religiosos fundamentalistas com fundamentos ou dit...: Quando fomos entrevistados pelo jornal "Valor Econômico", a repórter afirmou que estávamos escrevendo um artigo com o título " A ditadura ga...

segunda-feira, 14 de maio de 2012

A Casa da Mãe Joana: PT ATIRA NO PRÓPRIO PÉ

A Casa da Mãe Joana: PT ATIRA NO PRÓPRIO PÉ: Sempre gerou uma certa  curiosidade  saber quais seriam os recursos usados por determinadas revistas,  que,   PARA O BEM DOS BRASILEI...

Graça no país das maravilhas: O Exército Brasileiro e o Aeroporto de Guarulhos

Graça no país das maravilhas: O Exército Brasileiro e o Aeroporto de Guarulhos:     Os ladrões do erário público devem estar morrendo de raiva do Exército Brasileiro. Imagine não poder levar para casa cento e ci...

THYSELF, O LORD: Síria - Quem são os Mocinhos?

THYSELF, O LORD: Síria - Quem são os Mocinhos?: - Chega a ser engraçado ver reportagens na TV no Brasil sobre a Síria. Por exemplo, a última notícia que ouvi no Jornal Nacional foi: "R...

UM TEXTO MARGINAL - POR DEMETRIO MAGNOLI





UM TEXTO MARGINAL - POR DEMETRIO MAGNOLI






http://gustavo-livrexpressao.blogspot.com.br/2012/05/um-texto-marginal-por-demetrio-magnoli.html

É isso. O STF, ao decidir pela legalidade do sistema de cotas raciais, aboliu, na prática, a Constituição. Simples assim. 
Estou exagerando? Então leiam o texto a seguir, de Demétrio Magnoli.Sublinhei as partes mais interessantes para que não reste dúvida.
Como eu disse em outro texto: lembra daquele princípio de que todos são iguais perante a lei? Pois é. Pode esquecer.
É o Brasil, rumo à ditadura racialista… (GB)

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10 de maio de 2012
Demétrio Magnoli

"Basta ver o caráter marginal daqueles que se opõem ferozmente a essas políticas...". A frase, escandida pelo ministro Joaquim Barbosa num aparte casual, contém a chave para a compreensão da decisão unânime do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre as políticas raciais. Os juízes da Corte Maior não se preocuparam com a Constituição, mas unicamente com o lugar ocupado pelos defensores e pelos opositores das cotas raciais na cena política nacional. Eles disseram "sim" ao poder, definindo seu próprio lugar no grande esquema das coisas.

Cortes Supremas servem para interpretar o texto constitucional, nos inúmeros casos em que a letra da Lei não oferece resposta explícita. No artigo 5.º, a Constituição afirma que "todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza". No artigo 19, que "é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos municípios criar distinções entre brasileiros ou preferências entre si". No artigo 208, que "o dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um". A letra da Lei é explícita, cristalina: dispensa interpretação. O STF, simulando interpretá-la, reuniu-se em assembleia constituinte e revogou o princípio da igualdade perante a lei. Os juízes encarregados de zelar pela Constituição qualificaram-na como um texto marginal.

O princípio da igualdade perante a lei está formulado nas Constituições americana e indiana em termos similares aos da nossa. Nos EUA, desde 1978 a Corte Suprema proferiu decisões cada vez mais contrárias às políticas de preferências raciais. Na Índia, logo após a independência, a Corte Suprema vetou tais políticas - e então o Congresso emendou o texto constitucional, descaracterizando o princípio da igualdade dos cidadãos. Por que, em contraste flagrante, os juízes do STF preferiram reescrever a Constituição de forma a inscrever a raça na lei?

No Brasil, a igualdade legal dos cidadãos é um "princípio fraco", introduzido nas Constituições por imitação. O "princípio forte" sempre foi o das relações pessoais, fundamento real dos intercâmbios das elites econômica, política e intelectual. Na lógica do Direito, o princípio da igualdade funciona como fonte dos direitos e garantias individuais. Tal conexão explica a importância atribuída ao "princípio fraco" na Constituição de 1988: o gesto político e jurídico de ruptura com o ciclo da ditadura militar era a promessa de um novo início, isento das máculas do passado. O STF está dizendo que aquele gesto representou um desvio de percurso - e já se esgotou. De certo modo, os juízes têm razão: bem antes da sessão de julgamento das cotas raciais, as principais correntes políticas do País imolaram o princípio da igualdade no altar de seus compromissos com as ONGs racialistas, que são minorias organizadas e influentes.

O conceito de preferências raciais adquiriu estatuto oficial no governo Fernando Henrique Cardoso, por meio do Programa Nacional de Direitos Humanos de 1996. No governo Lula a noção genérica de "discriminação positiva" desdobrou-se na política de cotas raciais. Dilma Rousseff prometeu, no início de sua campanha presidencial, expandir os programas de cotas para a pós-graduação. José Serra, candidato da oposição, manteve silêncio absoluto sobre as políticas de raça, avalizando tacitamente a orientação do governo Lula. A cooperação objetiva entre os grandes partidos rivais e a continuidade histórica das iniciativas racialistas na transição de um governo para o outro formam o pano de fundo da decisão unânime do STF. Eis a razão por que Joaquim Barbosa, como seus colegas, enxerga na Constituição um texto "marginal".

O estandarte da igualdade legal dos cidadãos condensa a narrativa de uma sociedade contratual formada por indivíduos livres das amarras do sangue e da tradição. A narrativa é a praça histórica comum aos liberais e aos socialistas. Os primeiros ergueram o princípio da igualdade no combate aos privilégios de sangue do Antigo Regime. Os segundos enxergaram nele a ferramenta das lutas pelo voto universal e pela liberdade de associação e de greve. No Brasil, contudo, essa história quase nada significa para os partidos que representam as duas correntes.O STF que aboliu o princípio da igualdade é a Corte Maior de um país onde José Sarney foi declarado um personagem acima da lei, Fernando Collor pontifica numa CPI sobre a corrupção e Sérgio Cabral protagoniza cenas dignas do Antigo Regime no palco apropriado da Cidade Luz.

Na sessão de julgamento do STF, o relator, Ricardo Lewandowski, alvejou sem rodeios o artigo 5.º da Constituição, atribuindo ao princípio da igualdade um sentido meramente "formal". O mesmo relator comandou, em 2009, a rejeição do pedido de instauração de processo contra o ex-ministro Antônio Palocci por violação do sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa. Meses depois, a Caixa Econômica Federal informou em juízo que a violação decorreu de ordem emitida por Palocci. O escárnio do "princípio fraco", da igualdade legal, serve sempre ao desígnio de instaurar o império do "princípio forte", das relações pessoais.

O juiz Marco Aurélio Mello exprimiu a aspiração de generalização das políticas de cotas, como querem as ONGs racialistas. Num país em que, ao contrário dos EUA ou da África do Sul, jamais existiu segregação racial oficial, não há fronteira objetiva separando "brancos" de "negros". A difusão das preferências raciais nos concursos públicos e no mercado de trabalho em geral demanda uma série imensa de atos legais e administrativos de rotulação racial das pessoas. Em nome do combate ao racismo, o Estado deve fabricar raças em escala nacional, disse o STF. No afã de descartar a Constituição, aquele texto marginal, nenhum deles registrou a contradição explosiva entre meios e supostos fins.

* SOCIÓLOGO E DOUTOR EM GEOGRAFIA HUMANA PELA USP. E-MAIL:DEMETRIO.MAGNOLI@UOL.COM.BR

domingo, 13 de maio de 2012

Lei do silêncio


Lei do silêncio

Romulo Bini Pereira



Em 1979, após muitos debates em amplos segmentos de nossa sociedade, a Lei da Anistia foi aprovada e promulgada no País. Ela veio pôr um ponto final no ciclo de beligerância que se instalou na vida brasileira e criou um pacto de reciprocidade para a reconstrução democrática no Brasil.
Nestes anos de sua vigência, as Forças Armadas cumpriram um papel impecável. Voltaram-se para suas missões constitucionais, sem a mínima interferência no processo político que aqui se desenvolvia. Mantiveram-se em silêncio, acompanhando os fatos políticos, alguns bastante perturbadores, sem nenhuma atitude que pudesse ser analisada como intervenção no processo democrático.
Adotaram uma verdadeira lei do silêncio. Um ajuste entre seus chefes, em busca da concórdia e do entendimento.
No corrente ano, entretanto, dois fatos vieram CONTRA a atitude das Forças Armadas. O primeiro foi a criação da Comissão da Verdade. De modo unânime, militares da ativa e da reserva consideraram tal comissão um passo efetivo para atos de revanchismo. Os seus defensores - alguns deles membros da alta esfera governamental e do Poder Judiciário - já falam em rever a Lei da Anistia, mesmo após o Supremo Tribunal Federal ter confirmado a sua validade.
No escopo de se obter a verdade, essa comissão, para ser imparcial, deveria estudar e analisar não só o ideário político-ideológico, mas também os métodos de atuação de quem optou pela luta armada em todo o mundo. Que pesquise os manuais das organizações internacionais para constatar a semelhança dos objetivos e métodos das inúmeras e variadas organizações nacionais, inclusive o Manual do Guerrilheiro Urbano, de Carlos Marighella, a cartilha do terrorismo brasileiro. Os diversos delitos cometidos - assassinatos, atentados, roubos e sequestros - também tiveram, tal como as citadas internacionais, um objetivo único, ou seja, a "derrubada do governo central e a instauração de uma ditadura do proletariado", e não uma democracia, como apregoam seus defensores. Com tal comissão só existirá a verdade unilateral dos seus componentes.
O segundo fato se refere aos incidentes ocorridos na sede do Clube Militar, no Rio de Janeiro, tão chocantes e tão esclarecedores para todos os militares. Chocantes porque velhos soldados, ilustres chefes, instrutores, professores e outros de carreira e vida exemplares foram insultados e agredidos por uma turba de radicais com atitudes e impropérios usados pelos grupos extremistas das décadas de 60 e 70. E esclarecedores porquanto demonstraram que o ódio ideológico e o fanatismo estão novamente presentes em nosso país. Tanto que disse um dos seus líderes: "Somos marxistas radicais". Seu ideário, seus métodos de atuação e seus ídolos são os mesmos das organizações extremistas do passado. Fazem uso até mesmo de ações de intimidação radicais, como o "escracho", de modo idêntico aos trotskistas e aos nazistas nas décadas de 20 e 30. Segundo seus integrantes, suas ações visam a defender a "honra" do nosso país perante a comunidade internacional. Definitivamente, não são aptos para tal defesa. A continuar dessa forma, a citada turba poderá vir a ser um celeiro para novos Araguaias.
Esses dois fatos atingiram frontalmente os objetivos da Lei da Anistia. A concórdia e o entendimento foram atitudes adotadas somente pelas Forças Armadas. Em oposição, um segmento sectário e minoritário demonstrou intransigência e intolerância totalitária para com os militares. Eles não assumiram seus atos e erros. Talvez para criar uma nova História, na qual seus integrantes sejam os grandes heróis. Talvez para justificar as ações de seus líderes no emprego de jovens em aventuras quixotescas de tomada do poder pela via armada, ou, então, a legitimação das 20 mil indenizações pagas por seus ideais revolucionários.
Não será possível mais aceitar que os "anos de chumbo", expressão de origem italiana tão decantada por esses segmentos minoritários, sejam debitados somente aos atos das nossas Forças Armadas. Na Itália não houve anistia e terroristas estiveram presos por muitos anos. O caso Cesare Battisti, de rumorosa repercussão mundial, exemplifica o desiderato do governo italiano em punir os que optaram pela luta armada.
As organizações extremistas brasileiras estavam sossegadas na selva do Araguaia ou nos aparelhos urbanos, algumas nos conventos dominicanos. E assistiram a tudo pacificamente, com uma única exceção: as vítimas de sua autoria, algumas assassinadas barbaramente e outras justiçadas covardemente. Que regime teria sido imposto ao nosso país caso vingasse o ideário radical dessa minoria?
Neste contexto, a palavra dos chefes militares está se fazendo necessária e será um contraponto a possíveis atitudes e ações deletérias, como as agressões no Clube Militar. O que nós, militares, defendemos não é indisciplina ou qualquer conluio, nem quebra dos princípios democráticos. Uma palavra que não signifique um "mea culpa" ou um pedido de perdão. Estivemos, no período da guerra fria, em combate bipolarizado, no qual os extremistas foram banidos em todo o mundo em razão de seu objetivo totalitário e único: a ditadura do proletariado. Correremos riscos, mas eles são inerentes ao processo democrático e à nossa profissão.
Não se admite mais este silêncio reinante. Nas redes virtuais, pela simples leitura de manifestos e artigos oriundos da reserva de nossas Forças Singulares se percebe que estamos num ponto crítico. A nossa autoestima está em visível declínio, agravada por outros fatores, entre eles os baixos salários de nossos subordinados. Dissensões poderão surgir, pois a reserva expressa em muito o pensamento dos soldados da ativa. Possíveis perturbações ou rupturas em nossas Forças trarão repercussões indesejáveis para o nosso país. Não é possível mais calar. A lei do silêncio deve ser quebrada!

O Autor é General de Exército. Foi Chefe do Estado-Maior da Defesa. Publicado no Estadão.com.br

Ecos de 1967 – Israel se une. Por dois anos ele vem esperando Mahmoud Abbas comparecer a mesa. Abbas não vem. E não virá. Nada mudará nessa frente.



Ecos de 1967 – Israel se une ( O país está preparado para atacar o Iran) – artigo de Charles Krauthammer no Washington Post

6 DE O1 Ecos de 1967   Israel se une  ( O país está preparado para atacar o Iran)   artigo de Charles Krauthammer no Washington Post
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charles krauthammer0012 Ecos de 1967   Israel se une  ( O país está preparado para atacar o Iran)   artigo de Charles Krauthammer no Washington Post
Ecos de 1967: Israel se une
Em maio de 1967, numa atrevida violação dos acordos prévios de trégua, o Egito ordenou que os pacifistas das Nações Unidas se retirassem do Sinai, colocaram 120.000 soldados na fronteira com Israel, bloquearam o Estreito de Tiran (saída de Israel ao sul, para os oceanos do mundo), assinaram abruptamente um pacto militar com a Jordânia e com a Síria, e se comprometeram em uma guerra para a destruição final de Israel.
Maio de 67 foi o mais assustador e desesperador mês para Israel. O país estava cercado e sozinho. Garantias prévias e poderosas se mostraram inúteis. Um plano para testar o bloqueio com a pequena frota ao oeste falhou por falta de participantes. O tempo estava correndo. Forçada a uma mobilização em massa para se proteger da invasão – e com um exército que consistia predominantemente de civis reservistas – a vida ficou praticamente parada. O país estava morrendo.
Em cinco de junho, Israel lançou um ataque preventivo às forças aéreas egípcias, e então continuou com vitórias surpreendentes nos três frontes. A Guerra dos Seis Dias é uma lenda, mas o menos lembrado é que quatro dias antes, a oposição nacionalista (precursora do Likud de Menachem Begin) estava pela primeira vez no governo, criando uma coalizão nacional de emergência.
Todo mundo entendeu o porquê. Você não empreende uma guerra preventiva extremamente arriscada sem a total participação de uma grande coalizão representando um consenso nacional.
Quarenta anos depois, na noite de 7 para 8 de maio de 2012, o primeiro ministro Benjamin Netanyahu chocou seu país trazendo o principal partido de oposição, o Kadima, para uma unidade de governo nacional. Chocante porque apenas algumas horas antes, o Knesset  ( Parlamento israelense) ,estava expedindo uma lei para convocar eleições antecipadas em setembro.
Por que a arrojada ação de Netanyahu de suspender eleições quando ele estava certo de ganhar?
Porque para os israelenses, hoje é maio de 67. O pavor não é tão agudo: o humor não é de desespero, apenas pressentimento. O tempo esta correndo, mas não tão rápido. A guerra não está há quatro dias, mas a sua sombra cresce. Os israelenses, hoje, enfrentam a maior ameaça a sua existência – armas nucleares nas mãos de mulás apocalípticos públicamente prometendo aniquilar Israel – desde maio de 67. O mundo esta de novo dizendo aos israelenses para não fazer nada enquanto busca por uma saída. Mas se essa saída não for encontrada – como em 1967 – os israelenses sabem que eles vão, mais uma vez, ter eles mesmos que se defender, por eles mesmos.
Tal fatídica decisão demanda um consenso nacional. Criando a maior coalizão em aproximadamente três décadas, Netanyahu esta estabelecendo a premissa política para um ataque preventivo, na eventualidade disso vir a ser necessário. O novo governo comanda um surpreendente número de 94 cadeiras, no total das de 120 do Knesset, o que foi descrito por um colunista israelense como sendo “cem toneladas de concreto sólido”.
Foi demais para a recente publicidade espalhafatosa da mídia sobre uma suposta grande resistência doméstica à linha dura de Netanyahu em relação ao Irã. Duas notáveis figuras aposentadas da Inteligência foram grandemente envolvidas neste episódio por estar contra ele. Pouco notado foi que um tinha sido ignorado por Netanyahu para ser o cabeça do Mossad, enquanto que o outro tinha sido despedido por Netanyahu como chefe do Mossad ( daí, a vaga estar desocupada). Para o centrista Kadima (ele arrancou Israel para fora de Gaza) se juntar à coalizão liderada pelo Likud, cujo ministro da defesa é um ex-primeiro-ministro do Partido Trabalhista (Labor) – que uma vez ofereceu metade de Jerusalém para Yasser Arafat – é a real definição da unidade nacional – e refuta o popular lema“Israel esta dividido”. “Todo mundo esta dizendo a mesma coisa”, explicou um membro do Knesset, “embora haja uma diferença de tom”.
Para estar seguro, Netanyahu e Shaul Mofaz do Kadima ofereceram mais razões prosaicas para esta união: obrigar os então isentos jovens ultra ortodoxos a servir ao exercito, mudar a lei da eleição para reduzir a desproporcional influência dos partidos menores, e procurar negociações com os palestinos. Mas Netanyahu, o primeiro ministro do Likud a reconhecer o estado da Palestina, não precisou do Kadima para entrar em negociações de paz. Por dois anos ele vem esperando Mahmoud Abbas comparecer a mesa. Abbas não vem. E não virá. Nada mudará nessa frente.
O que realmente muda é a posição de Israel frente ao Irã. A absoluta coalizão demonstra a prontidão política de Israel para atacar, se necessário. (Sua prontidão militar não está em dúvida).
Aqueles que aconselham submissão dos israelenses, renúncia ou simplesmente paciência infinita, não podem mais descartar a postura forte de Israel como o trabalho de direitistas irredimíveis. Não com um governo agora representando 78% do país.
Netanyahu não se importou com as eleições de setembro, que teriam dado a ele mais quatro anos no poder. Ele escolheu, em vez disso, formar uma coalizão nacional que garante 18 meses de estabilidade – 18 meses durante os quais, se o mundo não agir (ou por diplomacia ou por outro meio) para deter o Irã, Israel o fará.
E isso não será o trabalho de um homem, um partido ou uma facção ideológica. Como em 1967, será o trabalho de uma nação.

TRADUÇÃO: Célia Savietto Barbosa

sábado, 12 de maio de 2012

Mídia Sem Máscara - Um Dia das Mães sem mães

Mídia Sem Máscara - Um Dia das Mães sem mães

SANGUE DE BARATA, NÃO !!!


O brasileiro é muito criativo quando o assunto é criar expressões que caem no gosto popular e se tornam de uso comum. Muitas vezes engraçadas e um tanto exóticas, são uma forma rápida de expressar um ideia complexa.


Uma dessas expressões é a famosa "sangue de barata" que significa:


"Sangue frio, mas em sentido depreciativo, de falta de brio. Pessoa que não reage em situações desagradáveis, ofensivas."


Concurseiros vira e mexe são defrontados com situações ofensivas e totalmente desagradáveis causadas por quem nunca estudou para concursos públicos e não tem a mínima ideia do que é isso. São pais, irmãos, parentes, amigos, conhecidos, colegas de trabalho.


Que jogue a primeira pedra o concurseiro que nunca se sentiu ofendido e/ou humilhado com comentários, cobranças e críticas, sejam daquelas fruto da pura falta de bom senso e sensibilidade de quem as fez ou por maldade mesmo.


Ponha uma coisa em suas cabeças, se você mostrar que tem "sangue de barata" e não reagir, esse tipo de bullying (sim, é um tipo de bullying, não tenha dúvidas) era se repetir. Não quero dizer de forma alguma que você deva partir para a violência, mas há formas de reagir a situações do tipo muito eficazes. Vejamos três delas:


Estratégia da concordância - Quando alguém começar a critica-lo ou a fazer perguntas que tem o único propósito de "tirar uma com sua cara", concorde com tudo que logo a "brincadeira" perderá a graça. Um exemplo prático:


- Tá demorando para passar, hein.


- Estou mesmo e acho que vai demorar ainda mais.


Estratégia da "loira burra" - Finja que não entendeu a crítica ou pergunta e peça para a pessoa explicar ... várias vezes. Logo a "brincadeira" perderá a graça. Um exemplo prático:


- Tá demorando para passar, hein.


- Você diz passar por algum lugar? Onde? Não entendi.


Estratégia do chato - Geralmente as críticas e perguntas impertinentes feitas a concurseiros têm o propósito de "alfinetá-los" ou de servir de piada, de qualquer forma não têm a intenção de serem prolongadas em uma troca de argumentos. Por isso mesmo, prolongue o assunto, peça a opinião de quem está enchendo sua paciência, seja um chato muito chato e logo a "brincadeira" perderá a graça. Um exemplo prático:


- Tá demorando para passar, hein.


- Pode ser. Quanto tempo você considera um prazo razoável para passar? Você não acha que isso pode variar muito em função de fatores exógenos?


Charles Dias


Fonte: BLOG DO CONCURSEIRO SOLITÁRIO




Comentário: fiz esta postagem para os concurseiros peruibenses que, no próximo Domingo - dia das mães - farão as primeiras provas do concurso público municipal de Peruíbe. Pois, 13 de maio está chegando e espero que o texto acima os ajude.


Mas sou obrigado a dizer que eu costumo ser mais duro. Já mandei parente CALAR A BOCA por causa de concurso público. Se o fulano não tem nada de bom para dizer É MELHOR QUE CALE A BOCA !!! SE O SUJEITO NÃO TEM NADA DE BOM PARA DIZER, POIS QUE FIQUE QUIETO !!!


Ser severo com os desmotivadores é algo mais do que recomendável em Peruíbe, cidade sem misericórdia onde os desmotivadores parecem brotar do chão. Sim, desmotivadores.


Falo de um tipo de peruibense que não participa de concurso, mas teme que você, meu caro amigo peruibense desempregado e desesperado, passe em algum. Esse chato sente inveja ANTECIPADAMENTE !!! Se possível, fique longe desse sujeito, extremamente negativo e desmotivador.


Ah, aqui tem um vídeo para te motivar. E daí que são milhares os inscritos? Que se dane, faça a prova, e mande pastar os desmotivadores, se julgar necessário.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

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quarta-feira, 9 de maio de 2012

Mídia Sem Máscara - PT: com força para bater em todos

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Julio Severo: Obama: Jesus é a base do apoio ao “casamento” gay

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Hayek sobre Socialismo

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segunda-feira, 7 de maio de 2012

AS MUDANÇAS NA POUPANÇA. por Heitor de Paola

http://www.heitordepaola.com/

O QUE EU ESCREVERIA NUM BLOG HOJE:


AS MUDANÇAS NA POUPANÇA


A Caderneta de Poupança foi criada por D Pedro II para atingir dois objetivos:


1- Criar no povo a noção da necessidade de poupar, ao invés de gastar tudo no consumo


2- Financiamento das obras do governo. Para tanto oferecia uma taxa de juros de 0,5 % ao mês, taxa que era consagrada mundialmente como razoável rendimento de títulos seguros.


As ações, como sempre, eram um mercado oscilante, mais rendoso e mais arriscado. E assim foi durante quase 120 anos! O monstro inflacionário surgido após as políticas demagógico-populistas da ditadura Vargas e, mais tarde, os gastos exagerados de JK principalmente para construir uma inutilidade no meio do nada, obra entregue a dois comunistas e outros empreiteiros espertalhões e ladrões que hoje representa ainda um dos maiores gastos governamentais para sustentar uma corja (veja matéria abaixo: Os Dois Quintos dos Infernos). A expansão para o Oeste não necessitava de Brasília, como o demonstra aquela feita com muito mais proveito e menos gastos governamentais nos Estados Unidos. 


Nem Collor, um liberal aloprado que deixou a economia nas mãos de marxistas-leninistas, mexeu na Popança de forma definitiva, confiscando o capital, mas devolvendo em prestações 18 meses depois, sem mexer nos rendimentos. A Poupança jamais foi responsável por taxa de juros, criada para financiar a corja através de títulos públicos, estes sim deveriam simplesmente desaparecer, mantendo a poupança que reúne ricos e pobres no mesmo barco. Mas, quem disse que comunistas se preocupam com igualdade, uma das maiores mentiras de Marx? Importam-se sim com a manutenção de gastos crescentes para reforçar o Partido Príncipe (apud Gramsci) ou a Nova Classe (apudMillovan Djilas) ou como era oficialmente chamada no “paraíso dos proletários”: a Nomenklatura, como o demonstrou Mikhail Voslensky).


Fico pasmo de ver economistas liberais defendendo esta medida totalitária como meio de baixar a taxa de juros e não a única medida cabível: a diminuição dos gastos estatais com o encolhimento do governo e sua retirada da economia, através da desestatização total, a começar, como eu sempre disse, pela Petrobrás, Banco do Brasil, Caixas Econômicas e extinção do câncer chamado BNDES! Mas nem o “super-liberal” Roberto Campos, com a faca e o queijo nas mãos, mexeu nestes cancros nacionais e depois de que deixou o governo passou a criticar os outros pelo que ele mesmo não fez, criando o corretíssimo termo Petrossauro, que ele não liquidou porque não era tão liberal assim! No Brasil todos os governos, com a exceção dos três primeiros governos militares, seguem a máxima de Cícero sobre um Governador da Sicilia: “Entrou pobre na Sicilia rica e saiu rico da Sicilia pobre”!


Peço também encarecidamente que não me mandem mais petições ou o que seja contra a corrupção. Este não é um problema! Serve apenas para esconder o óbvio: diminuam o Estado e a corrupção diminuirá de forma espetacular! Acabem com a farra do BNDES e cairá a uns 20% do atual. Capitalistas devem investir do próprio bolso e não mendigando dinheiro público - ou não são capitalistas. Assim são os canalhas Gerdaus, os Eikes, etc.: rastejadores do Palácio do Planalto, envergonhando os verdadeiros capitalistas que construíram o Mundo Ocidental.

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domingo, 6 de maio de 2012

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sábado, 5 de maio de 2012

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quinta-feira, 3 de maio de 2012

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: A visão que os progressistas têm do governo é facilmente entendida e faz todo o sentido quando você finalmente entende como eles pensam, ...

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terça-feira, 1 de maio de 2012

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