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domingo, 11 de setembro de 2011

Inaceitáveis obviedades!

Quer ser impopular? Diga que há um desastre civilizacional em curso, motivado pela corrosão dos valores da tradição judaico-cristã.

Recebo muitas mensagens eletrônicas apontando o farisaísmo de quem critica a corrupção que vê e fecha os olhos para o extenso rol dos próprios desvios diários de conduta. Certo, é farisaísmo mesmo. Essa inquietante observação sobre os comportamentos individuais conduz, ademais, à conclusão de que não existem sociedades virtuosas. Se as pessoas não o são, a sociedade tampouco o será. Aliás, é esse lado obscuro da natureza humana que, entre outras coisas, torna necessária a existência da lei, dos poderes de Estado e da política.

O artigo poderia terminar aqui se as proclamações feitas acima fossem as únicas verdades a serem ditas sobre o assunto, mas não é o caso. Aliás, quanto mais a toalha da renúncia à virtude for jogada no tablado da cultura contemporânea e quanto mais isso for objeto de indiferença social, maior será a corrupção dos corruptos e o farisaísmo dos fariseus. Chegará o dia em que, virado o fio, o vício se converterá em virtude e a virtude em vício. Não, não estamos longe disso, leitor, numa época em que o adjetivo "sacana" pega melhor que o adjetivo "virtuoso". Ou não? E todos riem.

Que somos imperfeitos, sabemos. O que parece haver sumido das nossas reflexões sobre a sociedade é o fato de que somos aperfeiçoáveis. Assim como sempre podemos fazer melhor o que fazemos, sempre podemos ser melhores do que somos. Portanto, as sociedades jamais serão plenamente virtuosas, mas os indivíduos temos um compromisso moral com o nosso aperfeiçoamento. O que se tornou saudável prática em relação ao condicionamento físico sumiu dos procedimentos em relação ao caráter. Tornamo-nos moralmente sedentários! Abandonamos os exercícios que envolvem a formação da consciência.

Eis aí, então, um dos mais graves problemas da sociedade contemporânea. Podemos nos abraçar em muitos erros e vícios, mas fugimos das decorrentes responsabilidades morais e, principalmente, do mais tênue sentimento de culpa. Opa, culpa não! Culpa faz mal à saúde. No entanto, pergunto: como haver arrependimento e retificação das condutas sem que a consciência bem formada acuse o erro? Como corrigir o mal feito a outros sem que a percepção do erro, elaborada no plano da consciência, nos mobilize nessa direção? Em qual laboratório - que não no da consciência - pode nascer algo tão humano quanto o pedido de perdão? Cuidado! São muito claros os sinais de que estamos nos alinhando nos viciosos degraus de uma escada pela qual apenas poderemos descer. Onde anda o hábito de examinar a consciência, de refletir sobre ações e motivações, de corrigir erros, de pedir e oferecer perdão, de buscar o bem e evitar o mal? Todo esse percurso envolve etapas de ponderação e deliberação moral que, pouco a pouco, foram descartadas das práticas pessoais, familiares e, mesmo, religiosas. É como se a busca do bem tivesse deixado de ser saudável e o arrependimento fosse um desconforto a ser abolido do plano das consciências.

Quer ser impopular? Diga que há um desastre civilizacional em curso, motivado pela corrosão dos valores da tradição judaico-cristã. Quer desagradar a muitos? Proclame ser escandalosa a conduta de uma sociedade inteira que joga sua cultura e moralidade nos cínicos labirintos do relativismo até se extraviar totalmente de uma e de outra. E, depois, se queixa das consequências.



Zero Hora, 11/09/2011

ATUAIS AMEAÇAS AO ESTADO BRASILEIRO

ATUAIS AMEAÇAS AO ESTADO BRASILEIRO
ACADEMIA BRASILEIRA DE DEFESA

Pro Patria
MANIFESTO À NAÇÃO
7 de setembro de 1822.

Nesse dia, com o Grito do Ipiranga, a Nação Brasileira ganhou identidade, independência, soberania e liberdade. Hoje, corremos grande risco de perdê-las.

CONSIDERAÇÕES ESPECIAIS
Enfrenta a Nação Brasileira, neste instante, uma fase de perigoso retrocesso político, moral e intelectual, gerada por acidentes históricos, de caráter eleitoral, que submeteram o País ao poder de interesses políticos, conduzidos por lideranças contrárias aos valores tradicionais da sociedade brasileira.

Há mais de duas décadas, o que, a princípio, vinha sendo anunciado como “consolidação da democracia” pelas “predestinadas” figuras de líderes populistas foi-se tornando visível, pela concretização das intenções que moviam tal “consolidação democrática”, frustrando a expectativa da sociedade, por natureza, complacente.

Pequenos deslizes de natureza política deram lugar a comprovados e, portanto, deploráveis casos de corrupção aos olhos perplexos da Nação que esperava, inversamente, uma mudança drástica de comportamento político, ou seja, a valorização da competência, da responsabilidade, da justiça e da honestidade no trato da coisa pública.

A quantidade e a dimensão dos desvios administrativos foram-se agigantando de tal modo, que poucas palavras já não são suficientes para defini-los.

Resolveu, então, a Academia Brasileira de Defesa (ABD), por intermédio de seus membros, fazer um levantamento das distorções de propósitos da tão propalada “consolidação democrática”, que estão pondo em risco a segurança e, em razão desse risco, a própria integridade do Estado Brasileiro.
A enumeração dos principais tópicos que se referem a essas distorções desnuda os inúmeros perigos que rondam, ameaçadoramente, a soberania, a moral e o próprio Estado de Direito em nosso País.

Arbitrou-se a ABD apresentar tais ameaças, agrupadas em títulos que, tradicionalmente, compõem o conjunto do Poder Nacional de um Estado.

EXPRESSÃO POLÍTICA

ABSOLUTISMO DO PODER POLÍTICO
- Nepotismo explícito e exagerado “aparelhamento” político e ideológico dos quadros públicos com a multiplicação de órgãos de governo, ocupados por militantes dos partidos vitoriosos e dos demais partidos coligados, mormente os cargos de nível ministerial. Não se levando em conta a meritocracia, é pertinente a afirmação de que a maioria desses ocupantes não apresenta a qualificação indispensável ao desempenho de suas funções.

- Falência da imagem da “oposição” no legislativo federal, caracterizando a figura do “partido único”.

- Ausência de independência do Judiciário em relação ao Executivo.

- Ostensiva cooptação eleitoral por meio de distribuição de demagógicas benesses financeiras com o dinheiro público (“bolsa-família”, UNE, indenizações políticas, MST, etc.)

ABUSO DA PRÁTICA DA “DIPLOMACIA PRESIDENCIAL”
- Desvirtuamento da tradicional e respeitada diplomacia do Itamaraty pela intromissão direta e indevida, do Presidente, em ações diplomáticas executivas, quase sempre, desprezando o assessoramento dos quadros profissionais do Serviço Diplomático.

TIBIEZA E INCOMPETÊNCIA NAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS
- Pusilanimidade dos governos, ao cederem às pressões internacionais de toda ordem, devido ao alinhamento ideológico, razão da excessiva condescendência com governos de esquerda, no continente americano e no mundo (Cuba, Venezuela, Bolívia, Equador, Peru, Irã, etc.). Movidos, também, por fatores presumíveis, deixam-se, contraditoriamente, persuadir, pelos governos que a estes países se opõem. Constata-se um jogo político de dupla face, nocivo aos interesses brasileiros.

- Sem nenhum indício de planejamento e consenso diplomático, visando a uma sólida defesa da posição geopolítica conquistada pelo Brasil no cenário internacional, tornou-se uma constante, no campo político das decisões, sobreporem os interesses estrangeiros aos interesses brasileiros. Fica, assim, constatada a Diplomacia da Generosidade.

- Alguns exemplos dessa prática no continente sul-americano são a entrega, indiferente e leniente, da refinaria da Petrobras para a Bolívia; a revisão prática do Tratado de Itaipu, com concessões que ultrapassam os limites da justeza do Acordo, como o aumento de preço da energia fornecida pelo Paraguai; os financiamentos favorecidos a Cuba; a passividade em face dos abusos de Rafael Correa (Equador) contra a Odebrecht; etc.
SOBERANIA E INTEGRIDADE NACIONAIS
- Agravos à soberania nacional pela subordinação da política governamental a ditames provindos de fontes externas de poder – Estados estrangeiros, agentes econômicos e movimentos conservacionistas e ambientalistas – que visam, também, a dificultar o desenvolvimento do País. Apoiada por ONG de inspiração forânea, esta diversidade de agentes dispõe de total liberdade de ação em território brasileiro, fato inadmissível em nações mais desenvolvidas.

- Perigo de perda de território e de “balcanização” do País, com fatos concretos de absurdas cessões de propriedade, nas regiões desenvolvidas do País, para pretensos grupos quilombolas, e, nas demarcações de extensas reservas indígenas, na Amazônia, em áreas fartas de recursos estratégicos, raros e de valor inestimável, incluindo, nessa alienação fundiária, as terras da União previstas na CF-88 (Art. 20, § 2.º e Emenda Constitucional n.º. 23/1999), como “faixa exclusiva de fronteira”.

- A criminosa adesão à Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas, abrindo caminho para perigosas reivindicações de independência política das terras que ocupam, com o apoio de algumas instituições religiosas a serviço de outros governos.

- Tais ações, conduzidas por organismos internacionais, por ONG de atividades duvidosas, resultam da antipatriótica condescendência que tem marcado as frágeis políticas de governo, contrariando os legítimos interesses brasileiros e motivando o surgimento de perigosos sentimentos divisionistas.

- Além disso, a maneira como vem sendo formulada e implementada a política indigenista, a reboque de pressões externas e de acordos espúrios firmados por nossa diplomacia, gera conflitos perturbadores na atividade econômica, desestabiliza a Federação e fragiliza a plena soberania brasileira sobre seu território.

EXPRESSÃO ECONÔMICA

INSEGURA ADMINISTRAÇÃO CENTRAL DA ECONOMIA
- Inexistência de um plano nacional de desenvolvimento, com ausência de política econômica definida e a consequente falta de estratégias e diretrizes correlatas, vinculadas a orçamentos e programas, bem como de definição de responsabilidades pelo seu cumprimento.

- Desnacionalização da economia por meio da troca por “moeda de papel” de ativos e bens nacionais, incluindo a absorção ou a perda de controle acionário de empresas para entidades alienígenas não residentes, algumas estatais.

DEPENDÊNCIA ECONÔMICA
- Declínio da participação industrial na formação do PIB nacional, devido ao elevado custo de produção (Custo Brasil); favorecimento das importações; pauta de exportações alicerçada em “commodities” e não em produtos industrializados; perda da competitividade; excesso de “consumismo”; contrabando e pirataria.

DESCONTROLE FINANCEIRO
- “Bolha” de crédito com estímulo à entrada de capital especulativo e com elevadas taxas de juros (a maior do mundo).

- Valorização excessiva do mercado imobiliário das grandes cidades, com grave risco de falências em bloco, após a Copa do Mundo e as Olimpíadas.

- Crescimento dos índices inflacionários bem acima dos limites estabelecidos.

INFRAESTRUTURA LOGÍSTICA
- Marinha Mercante inexistente, fato que atenta contra a soberania e a segurança nacionais, tendo em vista que cerca de 90% do comércio exterior do País transita pelo mar. Quase a totalidade dos navios petroleiros da FRONAPE são licenciados com terceiras bandeiras, e oficiais da Marinha Mercante estão a serviço dos navios da TRANSPETRO.

- Sistema rodoviário falido, apesar dos bilhões de reais do orçamento do DNIT, solapados pela desídia e pela corrupção dos administradores encarregados dos diferentes modais.

- Crescente demanda por transporte (terrestre, aquático e aéreo), tanto nas áreas urbanas quanto interurbanas, poderá levar o País, em curto e médio prazos, a um grave estrangulamento logístico de consequências imprevisíveis.

- Oferta de energia elétrica já abaixo da necessidade, sem previsão de implantação de novas fontes de fornecimento, devido à incompetência governamental de gerenciar as obras em andamento.

VULNERABILIDADE DA PRODUÇÃO PETROLÍFERA
- A exploração do petróleo offshore, em especial a do “pré-sal”, carece, totalmente, de proteção contra ataques terroristas e de terceiras potências, cujas agressões, se efetivadas, poderão paralisar a produção nacional.

EXPRESSÃO PSICOSSOCIAL

ENFRAQUECIMENTO DA SOCIEDADE POR MEIO DA DECADÊNCIA MORAL
- Destruição do núcleo familiar e distorção do seu tradicional conceito, com efeitos nefastos na manutenção dos valores cristãos, transmitidos às crianças no lar e que se solidificavam na escola para toda a vida. Nesse “moderno” ambiente familiar, talvez não haja mais lugar para o mandamento cristão – Honrar Pai e Mãe.

- Degradação da moral e da ética, com incentivo à aceitação de relacionamentos homossexuais, por meio da distribuição pelo governo, nas escolas do primeiro grau, de kits com material para conhecimento dessa prática, sob a denominação de “estímulo ao conhecimento da diversidade sexual”.

REVISIONISMO HISTÓRICO E DIVISIONISMO RACIAL
- Perda do respeito aos pais, às instituições, ao patrimônio público, aos feitos e vultos históricos e aos símbolos da nacionalidade, mediante a prática de verdadeiro revisionismo histórico. A História do Brasil tem sido escrita, segundo a visão marxista de seus autores e, assim, vem sendo transmitida às gerações atuais de estudantes.

- Mais de quinhentos anos da história do País têm sido, simplesmente, reduzidos ao conflito entre opressores e oprimidos, pobres e ricos, brancos e negros, elite européia e índios espoliados. Perdem-se, pois, os fundamentos da própria nacionalidade.

- Estímulo ao divisionismo étnico com a implantação das “cotas raciais”.

- Ódio racial – veneno diariamente inoculado.

- O histórico orgulho brasileiro da miscigenação exemplar e pacífica cai, agora, por terra, com a introdução das cotas raciais para quase todas as atividades da sociedade, onde se reuniu, de um lado, os brancos e, do outro, os pardos ou não brancos (nestes, incluídos os negros, mulatos, índios, mamelucos, amarelos e outros).

BAIXO NÍVEL DO SISTEMA EDUCACIONAL
- Precariedade do ensino, tanto intelectual quanto comportamental; seu uso como instrumento de doutrinação político-partidária e não como fator de desenvolvimento individual e social. Não sem razão, o Brasil de hoje encontra-se nas últimas posições no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA).

- Uso da Pedagogia e da Sociolingüística para fins de doutrinação da juventude, com deturpação das regras gramaticais e redacionais, negando-lhe, assim, a cognição, a fim de conduzi-la a um patamar cultural propício à sua dominação pelo Estado.

EXPRESSÃO MILITAR

FORÇAS ARMADAS DESATUALIZADAS E DESPREPARADAS
- Incapacidade de manter o respeito internacional, de garantir a soberania do País e de responder, à altura, a eventuais ameaças externas, além de comprometer a integridade nacional, não despertando a confiança da comunidade mundial para aceitar o Brasil como membro permanente do Conselho de Segurança da ONU.
- Essa mesma comunidade mundial, por sua vez, exerce influência no governo brasileiro para que mantenha as Forças Armadas defasadas e impotentes para reagir, caso se concretize qualquer ameaça à integridade territorial. As peças do jogo de xadrez político são unicamente mexidas pelos “parceiros” de além-fronteiras.
- Dotações orçamentárias insuficientes que, ainda, sofrem severos contingenciamentos rotineiros, que impedem o reaparelhamento e o preparo dos meios militares com qualidade e quantidade adequadas, cenário agravado por uma humilhante política de achatamento salarial da tropa (o mais baixo nível de remuneração do serviço público federal).
- Uso do argumento de “índole pacífica do povo brasileiro” para justificar a criminosa desatenção contra eventuais aventuras belicistas de gananciosos agentes externos, ávidos de usufruir dos bens do nosso imenso e rico território. Acresce-se a este primário argumento outro de maior peso e que se evidencia, a cada dia: os países que detêm riquezas minerais e hídricas, mas inexistentes, ou em fase de esgotamento, nos demais países, vêm sofrendo investidas políticas dessas nações belicistas, no sentido de manterem improdutivo o seu parque de material de defesa e desaparelhadas as suas Forças Armadas. Se a beligerância não é própria do brasileiro, tem sido a característica de dominação de outros povos.
- Esquecem-se esses que – “Entre nações não existe amizade, mas, sim, interesses”, e que “uma nação pode permanecer 100 anos sem ter uma guerra, porém, não poderá passar nem um minuto sequer sem estar para ela preparada”.
Tentativa de romper a harmonia das Forças Armadas com a quebra da hierarquia e da disciplina, pela submissão das punições disciplinares à apreciação judicial e pela criação artificial de divisões entre ativos e inativos e entre oficiais e praças.
- Imposição da admissibilidade de costumes, práticas e características individuais incompatíveis com os requisitos indispensáveis ao bom desempenho das atividades castrenses.
- Condescendência, no mínimo, ingênua dos chefes militares pela aceitação silenciosa de um comportamento gramscista, que lhes impõe idéias antagônicas às tradições militares, sob a roupagem camuflada do “politicamente correto”. Tal condescendência muito afetará o ensino militar brasileiro, que deixará de ser “autóctone” para assimilar conceitos perniciosos que serão transferidos aos alunos dos colégios e das escolas militares e à própria Nação.
- No campo interno, ressalta o revanchismo político e a subversão ideológica, praticados por elementos ligados ao partido governista, sistematicamente, direcionados contra as Forças Armadas, como instrumento de sua desagregação na sociedade, funcionando como traição ao País, com feições de um pouco inteligente suicídio nacional.

EXPRESSÃO CIENTÍFICO-TECNOLÓGICA

FORMAÇÃO PROFISSIONAL
- Educação não comprometida com a formação de mão de obra qualificada nem com o desenvolvimento técnico-científico, gerando um elevado número de analfabetos funcionais (20,3%), tornando o País um eterno dependente e importador de tecnologia avançada.

- Regras excessivamente castradoras das Universidades brasileiras, impostas pelo governo federal, que dificultam a formação de doutores e lhes limitam as ações, o que praticamente inviabiliza a pesquisa séria e torna quase impossível a criação e o registro de patentes nacionais.

SISTEMA BRASILEIRO DE INTELIGÊNCIA (SISBIN)
- Vulnerabilidade a ataques cibernéticos contra os sistemas informatizados do País – governamentais, econômicos, políticos, militares, técnico-científicos, de segurança pública, etc., sem a respectiva capacidade tecnológica necessária para se contrapor a tais ações.

- Impossibilidade de o Estado atuar na produção e na difusão de conhecimentos indispensáveis ao processo decisório governamental, devido às limitações impostas pela própria legislação que o regulamenta.

CONCLUSÃO

Este documento caracteriza DESESPERADA denúncia ao povo brasileiro, visando a alertá-lo sobre os perigos que estão levando o País a uma situação de instabilidade institucional como, também, de grave vulnerabilidade estratégica.

No âmbito interno, foi atingido o grau mais elevado de corrupção e de descontrole do poder público, levando a sociedade brasileira a perder a confiança nas instituições maiores e ter dúvidas quanto à efetiva vigência do Estado de Direito, em nosso Território.

Os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, sistematicamente, assumem posições que depõem contra a seriedade no desempenho de suas responsabilidades funcionais.

No campo internacional, o planeta demonstra perigosa fragilidade de coesão em consequência da insegurança econômica coletiva, que não poupa, nem mesmo, as outrora inexpugnáveis nações. Evidencia-se, ainda, a instabilidade política epidêmica, com foco no Oriente Médio, acompanhada de decorrentes lutas fratricidas.

Assim, a crise do sistema financeiro internacional e a possibilidade de eclosão de vários conflitos políticos regionais, em face da atual insegurança institucional do Estado Brasileiro, poderão estimular o recrudescimento da cobiça externa, no sentido de a cúpula do “governo mundial” aproveitar a oportunidade da convulsão doméstica, para antecipar a execução de seus eternos planos de dominação.


É, pois, fundamental e urgente, que providências objetivas sejam ultimadas para interromper o perigoso ciclo descendente na vida nacional.

Três medidas simultâneas, de caráter emergencial, destacam-se como prioritárias para o Brasil, neste momento:

- Limpeza orgânica do tecido, em franca decomposição, do Estado Brasileiro, com a punição dos corruptos e irresponsáveis do poder público, e a adoção de comportamento restritivo e vigilante que atue nos pontos críticos desse verdadeiro caos social.

- Elaboração de objetivo programa de reequipamento militar, de modo a conferir, em prazos curtos, real efeito dissuasório para as Forças Armadas, no contexto internacional.

- Atitude enérgica do Povo Brasileiro para protestar, por meio de manifestações coletivas e contínuas a se realizarem em todos os pontos do País, a fim de exigir das autoridades governamentais a correção de todas as ameaças ao Estado Democrático de Direito, denunciadas neste documento.

Rio de Janeiro, 7 de setembro de 2011
Ivan Frota - Presidente


Há 11 anos... Remember Stephen Elliot Belson

Há 11 anos

por: http://narizgelado.blogspot.com/2011/09/ha-11-anos.html


Era uma fria manhã de outubro, de céu muito azul - daquelas que fazem a gente procurar um lugarzinho ao sol e deixar-se ficar ali, vendo New York passar. Mas, confesso, não foi por isso que desci os dez andares tão logo entreguei a prova para a professora. Desci atrás de café. E cigarro.

Então, por volta das 11:30h estava ali, na esquina da 7ª com a 29, dando trato a ambos os vícios e esperando o Coronel descer para o programa que se tornara tradicional nos últimos meses: almoço rápido na Guy & Gallard e retorno à escola para as aulas de conversação.

Foi quando avistei o caminhão. Diferentemente do que acontecia com alguma freqüência desde que eu passara a freqüentar aquela esquina, desta vez ele não passou a mil, sirene aberta. Não. Veio lentamente, em silêncio, apenas as luzes piscando. Estacionou bem à minha frente.

Um segundo depois, Stephen Elliot Belson desceu do banco do carona. Parecia ser um homem corpulento, embora o equipamento possa criar este tipo de ilusão. Mas era alto. E ruivo. E dono de uma característica inconfundível que, ao fim e ao cabo, foi o que colou sua impressionante figura na minha memória: um imenso e ruivo bigode no melhor estilo Tom Selleck.

Enquanto se dirigia, em passos calmos, para a porta do prédio, ele me perguntou:

- O que há neste edifício?

- Perdão?

- Que tipo de empresa tem neste prédio?

- No 9° e 10º, há uma escola. Nos outros, não sei dizer. O que está acontecendo?

- Um alarme de incêndio.

Ato imediato, joguei fora o cigarro e fiz menção de entrar também. Belson parou. Parei com ele enquanto o ouvia perguntar:

- O que está fazendo?

Apontei para a porta :

- Meu marido está lá dentro.

Ele quase sorriu, compreensivo, por baixo do bigodão:

- Não se preocupe. Espere aqui.

No segundo seguinte, sumiu saguão adentro, naquele passo calmo.

Não sei quanto tempo se passou até que ele retornasse. Dez, talvez quinze, minutos? Sei que eu estava calma. Talvez porque não tivesse ouvido qualquer alarme, cheiro de fumaça ou sinal de agitação vindo do prédio. Ou a presença daquele enorme caminhão vermelho, com o motorista despreocupadamente acomodado ao volante, me deixasse calma. Ou Belson e seu caminhar tranqüilo tivessem me tranqüilizado.

Motivos para tensão havia. Por aqueles dias, um terrorista, um tal de Bin Laden, tivera sucesso ao ordenar um ataque suicida contra um navio de guerra americano ancorado no Iêmen. A cidade andava nervosa. Eu mesma, naquela semana, ao voltar pra casa, tivera que descer uma estação antes e caminhar alguns quarteirões a mais porque o esquadrão anti-bombas fechara a Union Square – alguém esquecera uma sacola de compras em um banco da estação.

Ainda assim, quando Belson retornou à calçada, me encontrou calma. Antes de embarcar de volta no caminhão, ele avisou:

- Tudo ok. Alguém estava fumando na escadaria do quarto andar.

Não lembro se respondi. Ou se agradeci. O que eu lembro é que, pouco depois, já bem instalada à mesa da Guy & Gallard, contando a aventura ao Coronel, me dei conta do que, afinal de contas, faria daquele um episódio inesquecível: pela primeira vez eu falara inglês no automático, sem traduzir primeiro.

Não sei se todo mundo que vai para outro país estudar um idioma lembra com tanta clareza da sensação de estabelecer todo um diálogo sem, antes, traduzir mentalmente. Para mim foi algo marcante. Eu era uma aluna esforçada, ciente de que um intercâmbio cultural aos 35 anos era uma oportunidade única, e fiquei feliz demais ao saber que estava realmente aprendendo.

De fato, não era surpresa que a situação envolvesse algum pânico – o que sempre nos faz superar limites - e bombeiros. Na infância, eu acordara no meio da noite com o prédio onde morávamos em chamas. Desde então, bombeiros exercem certa fascinação sobre o meu imaginário. São, para mim, o modelo mais perfeito de herói.

Por isso, nunca esqueci Belson e seu bigodão. O detalhe é que não sabia seu nome. Então, a única coisa que sabia dele era a fisionomia inconfundível, o passo calmo, e que pertencia à companhia da West 31st, que ficava bem próxima da Penn Station - a Engine1/Ladder 24 que, volta e meia, cruzava a 7ª avenida com a sirene esgarçada, atrapalhando as nossas aulas. Foi somente um ano depois, já de volta ao Brasil, que descobri o nome e um pouco da história de Stephen Elliot Belson.

Nos atordoantes dias e semanas que se seguiram ao 11 de setembro, quando começaram a surgir os nomes e fotos dos 343 bombeiros mortos, tomei coragem e para pesquisar se a Engine1/Ladder 24 perdera alguém.

Sim, quatro perdas. Duas na torre norte, duas na torre sul: Andrew Desperito, Michael T. Weinberg, Daniel J. Brethel e Stephen Elliot Belson – que reconheci tão logo descobri a foto nos inúmeros memoriais que se espalharam pela web.

Hoje sei que “Mr. Ladder 24”, como era chamado pelos colegas, cresceu no Queens e, antes de ser bombeiro, foi salva-vidas em Rockaway Beach. Falante, era considerado o “embaixador” da sua companhia. Hoje sei que, naquela fatídica manhã de 11 de setembro, aos 51 anos, Belson assumiu a direção da viatura e, junto com um dos chefes do batalhão, Orio J. Palmer , dirigiu-se ao World Trade Center – de onde jamais voltou.

O que não sei é porque levei dez anos para contar esta história. Talvez porque, para fazer sentido, ela precisaria ser longa demais para um só post. Talvez, pelo medo de parecer piegas demais. Medo bobo. “Mr. Ladder 24” e seus outros 342 colegas estão muito acima destas preocupações mundanas.


segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Noticias que a Rede Globo Jihadista Esconde!!!!!!

Israel responde a mais um ataque com mísseis. 25 de Agosto

Ao menos três palestinos morreram e outros 20 ficaram feridos na madrugada desta quinta-feira no horário local (noite de quarta-feira em Brasília), durante um ataque da aviação de Israel contra o norte da faixa de Gaza, informaram fontes palestinas.
A ação ocorre após vários disparos de foguetes contra o sul de Israel, que não causaram vítimas.
Com mais estas vítimas, sobe para seis o número de palestinos mortos pela aviação israelense nas últimas 24 horas na faixa de Gaza, segundo fontes médicas.
Entre os mortos estão Atya Moqat, 20 anos, que fazia parte das Brigadas Al Qods, braço armado da Jihad Islâmica, e outro membro da mesma organização, Ismail al Asmar, 37, atingido quando circulava de automóvel na região de Rafah, na fronteira com o Egito.
O Exército israelense confirmou ter atacado "uma célula terrorista" que tinha disparado foguetes contra Israel e um "militante filiado à Jihad Islâmica, envolvido no contrabando de armas e atividades terroristas no Sinai" egípcio.

Fonte: France Presse.

Jihad Islâmica anuncia novo cessar-fogo com Israel. 26 de Agosto

A facção palestina Jihad Islâmica anunciou nesta sexta-feira seu compromisso de respeitar um novo cessar-fogo com Israel, obtido graças à mediação do Egito e após o recrudescimento da violência nos últimos dias.
Ahmad al Mudalal, destacado dirigente do grupo na Faixa de Gaza, declarou que a Jihad Islâmica "obteve um novo cessar-fogo com Israel através da mediação egípcia", acordo que passou a valer no início desta sexta-feira.
Trata-se da segunda trégua em menos de cinco dias, depois que as facções armadas em Gaza declarassem outra similar na segunda-feira passada. A medida busca reduzir as hostilidades com Israel, que nas últimas 24 horas matou pelo menos dez palestinos em bombardeios aéreos sobre a faixa em resposta a ataques com foguetes lançados do território árabe.
Entre as vítimas do fogo israelense nos últimos dias, há vários militantes e um dirigente da Jihad Islâmica, facção que assumiu a autoria do disparo de dezenas de foguetes contra Israel.
A mais recente onda de violência na região começou na semana passada, com um ataque coordenado que deixou oito israelenses mortos nas imediações da cidade meridional de Eilat, na fronteira com o Egito.

Fonte: EFE.

Disparos de foguetes desde Gaza continuam. 29 de Agosto

Milicianos palestinos dispararam durante o fim de semana pelo menos três foguetes contra povoados do sul de Israel, apesar do último anúncio de cessar-fogo declarado pela Jihad Islâmica e na Faixa de Gaza na sexta-feira passada.
Uma porta-voz do Exército israelense disse que os projéteis impactaram em solo israelense à razão de um por dia desde a mesma tarde da sexta-feira, quando entrou em vigor a última trégua declarada por essa facção armada palestina em Gaza.
A imprensa local informou que um dos projéteis disparado no começo da manhã de hoje era um foguete Grad, de 122 milímetros, que foi interceptado pelo sistema "Cúpula de Ferro", e caiu em uma região aberta do Conselho Regional de Bnei Shimon, próxima à cidade de Beer Sheva, capital do deserto meridional do Neguev.
Nenhum dos foguetes causaram danos ou feridos.
A última trégua da Jihad Islâmica é a segunda declarada em menos de uma semana com o objetivo de impedir uma escalada da tensão após um ataque terrorista coordenado ocorrido no dia 18 de agosto nas imediações da cidade de Eilat (no sul do país), no qual morreram oito israelenses.

Fonte: EFE.

Sete pessoas ficam feridas em ataque palestino em Tel Aviv.

Sete pessoas ficaram feridas, uma delas em estado grave, esta madrugada quando um palestino de Nablus roubou um táxi, atropelou vários policiais e apunhalou transeuntes no sul de Tel Aviv, informa a polícia local.
Cinco dos feridos são policiais, enquanto os outros dois são um guarda privado de segurança do local e um civil.
A polícia assegura que se trata "definitivamente de um atentado terrorista" que aconteceu por volta das 2h (horário local, 21h de Brasília do domingo) perto do popular clube noturno Haoman 17, no qual cerca de mil jovens participavam de uma festa.
O autor foi identificado pela polícia como um palestino na faixa dos 20 anos e natural da cidade de Nablus, no norte do território ocupado da Cisjordânia.
O agressor tomou um táxi em Jafa, perto de Tel Aviv, do qual expulsou à força o motorista para se dirigir rumo ao citado clube noturno, onde frequentemente se podem ver dezenas de jovens fazendo fila em frente à porta.
Perto do local, a polícia tinha postado uma viatura, contra a qual o palestino jogou o veículo.
Depois saiu do automóvel e apunhalou transeuntes enquanto gritava "Allahu akbar" (Deus é grande), geralmente proferido por fundamentalistas islâmicos em seus atentados, antes de ser rendido.
Enquanto isso, o Exército aumentou sua presença em torno da Faixa de Gaza e na fronteira com o Egito, após receber informação de que um membro da Jihad Islâmica cruzou da faixa para o Sinai para perpetrar um atentado em Israel.

Fonte: EFE.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Cultura de submissão e covardia

Cultura de submissão e covardia

O artigo do Cel. Gelio Fregapani foi comentado pelo deputado Lael Varella em pronunciamento na Câmara dos Deputados em 10-08-2011:

Quantas lições se encerram no massacre ocorrido há alguns dias na Noruega, sobretudo se o relacionarmos com a demagógica campanha do desarmamento dos homens honestos, e, ao mesmo tempo deixando os bandidos cada vez mais armados e contentes ao ver a população ordeira desarmada, pois isso lhes facilita a ação!

O experimentado Cel. Gelio Fregapani demonstrou em recente artigo sobre a matança norueguesa que a primeira morte foi causada pelo maluco assassino, mas as outras decorreram da estupidez dos desarmamentistas, pela famigerada cultura de submissão e covardia propagada por pacifistas poltrões.

Após o ataque contra o escritório do primeiro-ministro, o psicopata atacou a tiros o acampamento de jovens do Partido Trabalhista na ilha de Utoya, a 40 km de Oslo, deixando mais de 70 mortos. Monstruoso? Sim. Inevitável? Não. Na verdade, fruto da política estúpida de transformar o cidadão num debilóide diante das instituições do Estado.

Com efeito, a ideologia que impõe ao cidadão a renúncia do direito natural de defender a sua vida, a sua família e a sua propriedade torna o indivíduo fraco, submisso e covarde, pois ao abrir mão de seus meios de defesa ele delega toda essa responsabilidade ao governo, à polícia e ao judiciário, naturalmente incapazes de protegê-lo.

“Não reaja”, dizem a grande mídia e ONGs, “nem olhe para o bandido, para que ele não tema que você o reconheça”, “nunca ande completamente sem dinheiro, mas sempre leve algum para que o ladrão não fique irritado”. Discurso bonitinho, mas na prática você se torna vítima indefesa, e dependerá sempre da misericórdia das pessoas de má índole.

Nessas condições, o resultado cada vez mais freqüente vem sendo a morte do indefeso, ainda que não reaja. Analisemos o que aconteceu na Noruega. Havia 560 pessoas na ilha e apenas um atirador. Ninguém reagiu. Seriam 560 contra um. Mesmo assim o maluco solitário matou 70 pessoas e saiu ileso e sorridente.

O agressor agiu livremente por uma hora e meia sem que ninguém lhe oferecesse qualquer resistência. Todos ficaram aguardando a chegada de um salvador. Para pelo menos 70 deles, o salvador nunca chegou (havia um policial dando a segurança e, alegrem-se os pacifistas das ONGs, totalmente desarmado). Por irrisão, foi o primeiro a ser abatido.

Quinhentas e sessenta pessoas entraram em pânico e tentavam fugir sem pensar em reagir, ora se escondendo atrás de pedras, outros se jogando ao mar, outros se trancavam em banheiros. Outros ainda, paralisados de medo, só não foram abatidos por sorte, enquanto o agressor gritava que ia matar todo mundo, passeando entre os corpos de vítimas abatidas.

Houve até quem usasse outras pessoas como escudos humanos, tremendo de medo, enquanto seus amigos eram alvejados e seus corpos caíam sobre ele. Como se explica que o psicopata ficasse uma hora e meia atirando sem que ninguém das 560 pessoas tenha gritado “pra cima dele, todo mundo!? ”

Mais do que no Brasil, a população da Noruega é doutrinada segundo essa covarde cultura de submissão que os torna incapazes de lutar até mesmo por suas vidas. Deixam-se matar sem combater, como cordeiros, e o lobo nem se importa com o número deles. Convenhamos, muitos animais são capazes de atitudes mais dignas, solidárias e coordenadas.

Sr. Presidente, ainda temos fresco na memória o massacre na escola em Realengo. Na ocasião, comentei dessa Tribuna que o mesmo só foi interrompido pela arma de um sargento da PM. Não fosse o policial, que entrou pelos corredores de onde só se ouviam disparos, choros e gritos, o número de vítimas seria incalculável.

Ainda havia muitas crianças para serem mortas e munição não faltava ao psicopata tupiniquim. Contudo havia um homem armado que chegou para encerrar a tragédia que se projetava ainda maior. Era um policial, mas poderia ser um professor, ou qualquer cidadão honesto que portasse uma arma de fogo.

Como diz o Cel. Fregapani, cabe a nós decidirmos que tipo de nação queremos para o Brasil, acovardado e submisso ou uma nação corajosa, honrada e confiante. Não resisto em lembrar o ato corajoso e cheio de Fé do nosso povo na Batalha do Monte das Tabocas em Pernambuco, em 1645, comemorada agora no dia 3 de agosto.

A coragem, a honra e a Fé

Conforme narra a Revista Catolicismo, Nossa Senhora com o Menino Jesus socorreram os brasileiros. O grande Fernandes Vieira, vendo o perigo, gritou: “Valorosos portugueses: viva a Fé de Cristo! A eles, a eles”. O padre Manuel de Morais, erguendo a imagem de Cristo, pediu a todos que rezassem uma Salve Rainha à Mãe de Deus, pedindo-lhe auxílio.

“E em dizendo todos em alta voz ‘Salve Rainha, Madre de Misericórdia’, se viu logo o favor da Mãe de Deus, porque o inimigo começou a se retirar descomposto e ir perdendo terra a olhos vistos, e os nossos começaram a gritar ‘Vitória, Vitória’, e acometeram com tanto ímpeto, que o desalojaram e deitaram fora do campo, ficando a gloriosa vitória alcançada pelos merecimentos da Virgem Maria Mãe de Deus”.

No dia seguinte, os católicos ouviram dos holandeses aprisionados este impressionante testemunho: “Viam andar entre os portugueses uma mulher muito formosa com um menino nos braços, e junto a ela um velho venerando, vestido de branco, os quais davam armas, pólvora e balas aos nossos soldados, e que era tanto o resplendor que Nossa Senhora e o Menino Jesus lançavam, que lhes cegava os olhos e não podiam olhar para eles de fito a fito. E que esta visão lhes fez logo virar as costas e retirar-se descompostamente”.

Um grande milagre de nossa historia pouco divulgado nos livros escolares, mas que exprime a coragem, a honra e a Fé de nossos maiores.

Sr. Presidente, que esse ato de coragem e de Fé sirva de exemplo para esses tristes dias de covardia. Tempos nefastos em que o mal parece triunfar, em que os homens acovardados caminham para o cocho da ração sob o manto da vergonha! Nessa hora suplicamos: Que a Virgem Aparecida nos salve! Tenho dito.

http://www.paznocampo.org.br/blog/blog_db.asp
segunda-feira, 15 de agosto de 2011

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Enfiaram a TV Brasil na TV a cabo. O Fim da 'TV LIVRE'.

Enfiaram a TV Brasil na TV a cabo

Texto de http://brunopontes.blogspot.com/2011/08/enfiaram-tv-brasil-na-tv-cabo.html

Meu (De Bruno Pontes) artigo no
Estado

Notícia fresca da União dos Estados Socialistas do Brasil: o Senado aprovou a imposição de cotas de programação nacional obrigatória nos canais de TV por assinatura. A desculpa é a de sempre: precisamos valorizar nossa cultura (senha para “vamos tomar seu dinheiro” em 90% dos casos).

O projeto define três tipos de cotas na TV a cabo. A cota por canal obriga a veiculação de até três horas e meia de programação regional e nacional por semana em cada canal, em horário nobre, que será definido pela Agência Nacional do Cinema. Metade dessa programação deve ser feita por “produtor independente”, ou seja, aquele que financia sua arte com verba estatal e está independente da vontade do público.

Na cota por pacote, um terço dos canais que compõem o pacote deve ser brasileiro. Dos canais brasileiros, um terço deve ser de produção independente e dois canais devem ter 12 horas diárias de conteúdo brasileiro independente. Ligue a TV, ponha na TV Brasil e tente assistir por 10 minutos. Caso você continue acordado, tente imagine 12 horas diárias disso.

Dias antes da votação, a ministra da Cultura, a petista Ana de Hollanda, esteve com o presidente do Senado, o petista José Sarney, para informá-lo da importância das cotas. “Não se trata de uma interferência [nas TVs], mas é uma forma de divulgar a produção cultural brasileira, que é muito grande”, disse ela. “Este projeto é uma batalha de muitos anos do mundo da Cultura e do mundo do audiovisual. É a garantia de espaço para o conteúdo da produção brasileira que é muita rica e ainda pouco conhecida”.

Se a TV Brasil existe, por que não botar a tal produção cultural brasileira pra rodar lá? Porque ninguém assiste àquilo. Os entusiastas do projeto aprovado no Senado pensam que, enfiando-a na grade das TVs por assinatura, a cota nacional encontrará espectadores. Não encontrará, é claro, como não encontra na TV Brasil, que é aberta. Em compensação, a turma disporá agora de parte dos impostos pagos pelas empresas de TV a cabo para queimar nos seus produtos de audiência zero.

Do mesmo jeito que Maria Bethânia se acha no direito de pegar 1 milhão de reais dos cofres públicos para brincar de blog, a turma do audiovisual se acha no direito de obrigar o brasileiro a pagar por algo que ele não quer. Não lhe passa pela cabeça a hipótese de que sua arte seja uma porcaria da qual ninguém faz conta. Por isso os nossos gênios incompreendidos odeiam o livre mercado: eles se imaginam bons demais para serem desprezados. Eles detestam o fato de que a platéia pode vaiar.

domingo, 14 de agosto de 2011

Perseguição aos blogueiros cristãos

Do site:

Por Micheline Gomes
Não é de hoje que muitos blogueiros estão sendo perseguidos por publicar em seus blogs, artigos polêmicos; principalmente quando se refere ao homossexualismo, aborto, eutanásia etc.
A maioria da blogosfera conhece o nosso irmão Júlio Severo. Suas denúncias fizeram que Júlio e sua família se ausentassem do Brasil por causa da perseguição, pois o Júlio bate forte mesmo principalmente no que se refere às práticas promovidas pelos amantes do homossexualismo.
Quando alguma notícia vaza na internet, ela alcança uma proporção muito grande, pois a rede tornou-se um mecanismo de denúncia explícita não só através de textos e imagens, mas de vídeos.
O que me entristeceu hoje, foi à perseguição ao capelão Ricardo Ribeiro da Paraíba. Seu blog se chamaResistênciaCristã.
Segue abaixo parte do texto que o irmão Ricardo escreveu:
“Bem, quero lhe dizer que a perseguição já chegou até mim. Eles tem me monitorado e fui demitido do meu cargo de Capelão e a notícia foi dada por um Homossexual de um grupo ativista que atua na minha cidade, na minha porta. Mas, sei que meu Senhor não deixará faltar nada prá mim, minha esposa grávida de 7 meses e minha filha que está chegando. Estou experimentando o que Júlio passou com seus filhos. Seria bom denunciá-los em seu blog, se possível. Agradeceria muito”.
Que eu saiba, constitucionalmente temos liberdade de expressão e opinião. Quando se mexe com o pessoal do homossexualismo, logo se levantam perseguições contra quem é contrário as práticas e direitos dados a essas pessoas.
Ricardo perdeu sua patente de capelão e precisa da nossa ajuda. Visite seu blog e ajude-o em oração, mas se possível financeiramente.
Será que estamos vivenciando novamente o período de ditadura? Ou perderemos a cabeça como perdeu o profeta João Batista por denunciar O PECADO?
Divulgação: www.juliosevero.com
Proeminente ativista pró-família Julio Severo foge do Brasil para escapar de acusações de “homofobia”