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sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Os Bárbaros batem na muralha: "Está tudo bem!" - A história se repete!


Os Inimigos batem as "poderosas" muralhas do Ocidente. E a história se repete. Deixam os inimigos intactos e protegidos [via politicamente correto e 'direito dos manos']. Multiplicam-se os inimigos internos, com cumplicidade e passividade [ativa, bem ativa] de seus 'Gobernantes'. Repete-se a história como aconteceu com Constantinopla: 'deixem eles vir, as muralhas são impenetráveis'; o ocidente se reveste na muralha da Onu - de que toda a 'família humana' concorda com a onu e está sempre em busca de seus objetivos e ideais -afinal é isso a onu né? Só coisas 'lindas'... Como Constantinopla o Ocidente pode cair e desaparecer a qualquer momento - não? os bárbaros dos desertos e estepes jamais conseguiriam invadir a muralha? kkkk - Vc não vê o Sacro-Império Bizantino na ONU né? Há a Turquia - os bárbaros mongóis-das-estepes... Constantinopla tinha de fato muralhas, a Europa hj em dia conta com feminazis e eco-terroristas que odeia café e o agronegócio e que vivem em mcdonalds e starbucks [ou cafezinhos franceses...] uma muralha bem "eficiente"... Haverá uma Viena que deterá os 'Turcos' dessa vez? 

sexta-feira, 30 de março de 2012

Uma Oração nesse Dia de DOR que se vislumbra ao dia 31 de Março as vitimas do comunismo, vitimas da 'Democracia Cubana' que queria ser posta ao Brasil, que Dilma e sua Corja Tenham A REPRIMENDA DE DEUS! Amém!

Uma Oração nesse Dia de DOR que se vislumbra ao dia 31 de Março as vitimas do comunismo, vitimas da 'Democracia Cubana' que queria ser posta ao Brasil, que Dilma e sua Corja Tenham A REPRIMENDA DE DEUS! Amém!


Homenagem aos que morreram vítimas dos terroristas assassinos e
sequestradores: em memória especialmente do tenente Alberto Mendes Jr,
covardemente assassinado pelo terrorista Carlos Lamarca; Mário Kozel Filho,
covardemente assassinado pelos terroristas da VAR-Palmares; Carlos Argemiro
Camargo, covardemente assassinado pelos terroristas da FALN; Manoel Da Silva
Dutra, co
vardemente assassinado por um grupo terrorista do qual fazia parte o sr.
Carlos Minc; Edson Régis de Carvalho, covardemente assassinado pelos
terroristas que jogaram uma bomba no aeroporto de Guararapes; Nelson Gomes
Fernandes, covardemente assassinado pelos mesmos terroristas na mesma ocasião;
Raimundo de Carvalho Andrade, covardemente assassinado pelos terroristas que
ocupavam o Colégio Campinas, em Goiânia; José Gonçalves Conceição, covardemente
assassinado pelos terroristas da Ala Marighella; Agostinho Ferreira Lima,
covardemente assassinado pelos terroristas da ALN; Alzira Baltazar de Almeida ,
covardemente assasinada pelos terroristas que atacavam uma viatura policial;
Newton de Oliveira Nascimento, covardemente assassinado pelos terroristas da
ALN; Joaquim Melo, covardemente assassinado por terroristas que estavam em um
"aparelho"clandestino; Tomaz Paulino de Almeida, covardemente assassinado
pelos terroristas do Molipo; Marcelo Costa Tavares, covardemente assassinado
por terroristas durante um assalto ao banco BNMG; Osíris Motta Marcondes,
covardemente assassinado pelos terroristas que assaltaram o banco Mercantil, do
qual era gerente; Djalma Peluci Batista, covardemente assassinado por
terroristas assaltantes do banco BANERJ; Mateus Levino dos Santos, covardemente
assassinado pelos terroristas do Partido Comunista do Brasil; Agostinho
Ferreira Lima, covardemente assassinado pelos terroristas da ALN; Ailton de
Oliveira, covardemente assassinado pelos terroristas do MAR; Noel de Oliveira
Ramos, covardemente assassinado por terroristas que faziam uma
"panfletagem"; Sylas Bispo Feche, covardemente assassinado pelos
terroristas da ALN; Elzo Ito, covardemente assassinado por terroristas que
roubaram seu carro; Manoel dos Santos, covardemente assassinado por terroristas
que assaltavam uma fábrica de bebidas; Aníbal Figueiredo de Albuquerque, também
covardemente assassinado pelos mesmos terroristas durante o mesmo assalto; José
Geraldo Alves Cursino, covardemente assassinado pelos terroristas durante um
assalto; Nelson de Barros, covardemente assassinado por terroristas infiltrados
em uma passeata; Luiz Carlos Augusto, covardemente assassinado por terroristas
infiltrados em outra passeata; Wenceslau Ramalho Leite, covardemente
assassinado por terroristas que roubaram seu carro; Estanislau Ignácio Correia,
covardemente assassinado pelos terroristas da VPR; Pedro Mineiro, covardemente
assassinado pelos terroristas da "Guerrilha do Araguaia"; Francisco
Valdir de Paula, covardemente assassinado pelos mesmos terroristas da mesma
guerrilha; 

Charles Rodney
Chandler, covardemente assassinado pelos terroristas da VPR; Henning Boilesen,
covardemente assassinado pelos terroristas da VPR; Edward Ernest Tito Otto
Maximilian Von Westernhagen , covardemente assassinado, por engano, pelos
terroristas da COLINA; Cecildes Moreira de Faria, covardemente assassinado por
terroristas da COLINA; José Antunes Ferreira, covardemente assassinado pelos
mesmos terroristas da COLINA; David Cuthberg, covardemente assassinado pelos
terroristas da "frente" ALN, VPR e PCBR; Manoel Henrique de Oliveira,
covardemente assassinado pelos terroristas da ALN; Paulo Macena, covardemente
assassinado pelos terroristas da ALN; Carlos Argemiro Camargo, covardemente
assassinado pelos terroristas da FALN; Edmundo Janot, covardemente assassinado
por terroristas que invadiram seu sítio; Naul José Montovani, covardemente
assassinado por terroristas durante o ataque ao 15 BPM em SP; Boaventura
Rodrigues da Silva, covardemente assassinado por terroristas durante o assalto
ao banco Tozan; Guido Boné, covardemente assassinado pelos terroristas da ALN;
Natalino Amaro Teixeira, covardemente assassinado pelos terroristas da ALN;
Cidelino Palmeiras do Nascimento, covardemente assassinado por terroristas que
roubaram seu taxi depois do assalto ao banco Aliança, SP; Aparecido dos Santos
Oliveira, covardemente assassinado pelos terroristas que assaltaram o banco BRADESCO;
José Santa Maria, covardemente assassinado pelos terroristas que assaltaram o
banco de Crédito Nacional de Minas Gerais; Mauro Celso Rodrigues, covardemente
assassinado por terroristas da ALN ao tentar impedir um assalto; José Getúlio
Borba, covardemente assassinado por terroristas da ALN ao tentar impedir outro
assalto; João Guilherme de Brito, covardemente assassinado pelos terroristas da
ALN, ao tentar impedir ainda outro assalto; Samuel Pires, covardemente
assassinado pelos terroristas quando tentava impedir um assalto à empresa de
ônibus na qual trabalhava como cobrador; Octávio Gonçalves Pereira Jr,
covardemente assassinado pelos terroristas da "frente"VPR, ALN e
Var-Palmares; Francisco Jacques de Alvarenga, covardemente assassinado pela
mesma "frente"; 
 Kurt Kriegel, covardemente assassinado pelos
terroristas da VAR-Palmares; Cláudio Ernesto Canton , covardemente assassinado
ao tentar prender terroristas da ALN; Euclídes de Paiva Cerqueira, covardemente
assassinado pelos terroristas que assaltaram o carro de valores do banco Irmãos
Guimarães; Abelardo Rosa Lima, covardemente assassinado por terroristas que
assaltaram o mercado PEG-PAG; Romildo Ottenio , covardemente assassinado
durante a prisão de um terrorista; Nilson José de Azevedo Lins, covardemente
assassinado pelos terroristas do PCBR; Estela Borges Morato, covardemente
assassinada pelos terroristas do gripo de Marighella; Friederich Adolf Rohmann,
covardemente assassinado pelos mesmos terroristas; Orlando Girolo, covardemente
assassinado por terroristas durante o assalto ao banco BRADESCO; Joel Nunes,
covardemente assassinado pelos terroristas do PCBR que assaltaram o banco Sotto
Mayor; Elias dos Santos, covardemente assassinado pelos terroristas do PCBR;
José Geraldo Alves Cursino, covardemente assassinado por terroristas não
identificados; Antônio Aparecido Posso Nogueró, covardemente assassinado por
terroristas ao tentar impedir um assalto; Newton de Oliveira Nascimento ,
covardemente assassinado pelos terroristas da ALN; Joaquim Melo, covardemente
assassinado por terroristas que estavam em um "aparelho"clandestino;
João Batista de Souza, covardemente assassinado pelos terroristas que
assaltaram a Cia de cigarros Souza Cruz; 

Irlando de Moura
Régis , covardemente assassinado durante o sequestro do embaixador da Alemanha;
Isidoro Zamboldi, covardemente assassinado pelos terroristas que assaltaram a
loja Mappin, SP; Benedito Gomes , covardemente assassinado pelos terroristas
que roubaram seu carro; Vagner Lúcio Vitorino da Silva, covardemente
assassinado pelos terroristas do MR-8, durante o assalto ao banco BNMG, José
Armando Rodrigues, covardemente assassinado pelos terroristas da ALN, durante o
assalto a sua loja; 
 Bertolino Ferreira da Silva , covardemente
assassinado pelos terroristas da ALN e do MRT durante o assalto à empresa
Brinks; Célio Tonelly, covardemente assassinado por terroristas ao tentar
impedir o roubo de um carro; Autair Macedo, covardemente assassinado pelos
terroristas durante o assalto à empresa de ônibus Amigos Unidos; Walder Xavier
de Lima, covardemente assassinado pelos terroristas do PCBR; José Marques do
Nascimento, covardemente assassinado pelos terroristas da VPR; Garibaldo de
Queiroz, covardemente assassinado pelos terroristas da VPR, também; José Aleixo
Nunes, também covardemente assassinado pelos terroristas da VPR (todos os três
durante uma "panfletagem"armada que os terroristas faziam na Vila
Prudente, SP; Hélio de Carvalho Araújo, covardemente assassinado pelo
terrorista Carlos Lamarca, durante o sequestro do embaixador da Suíça; Marcelo
Costa Tavares, covardemente assassinado pelos terroristas durante assalto ao
BNMG; Américo Cassiolato, covardemente assassinado por terroristas em Pirapora
do Bom Jesus; Fernando Pereira, covardemente assassinado pelos terroristas que
assaltaram a Casa do Arroz, da qual era gerente;Mateus Levino dos Santos,
covardemente assassinado pelos terroristas do PCBR, ao impedir o sequestro do
cônsul americano, no Recife; José Julio Toja Martinez, covardemente assassinado
pelos terroristas do MR-8; Maria Alice Matos, covardemente assassinada por
terroristas durante assalto a uma loja de material de construção; Manoel da
Silva Neto, covardemente assassinadoi pelos terroristas que assaltaram a
empresa de Transportes Tusa; Adilson Sampaio, covardemente assassinado pelos
terroristas que assaltaram as Casas Gaio Marti, Rio; Antônio Lisboa Ceres de
Oliveira, coverdemente assassinado pelos terroristas que assaltaram a boate
Comodoro, RJ; Jaime Pereira da Silva, covardemente assassinado por terroristas
durante um assalto à mão armada; Gentil Procópio de Melo, covardemente
assassinado pelos terroristas do PCR, que conduzira a um hospital no seu táxi,
sem saber que eram terroristas; Jayme Cardenio Dolce, covardemente assassinado
pelos terroristas que assaltaram a Casa de Saúde Dr. Eiras, Rio; Silvâno
Amâncio dos Santos, covardemente assassinado pelos mesmos terroristas, no mesmo
assalto; Demerval Ferreira dos Santos, covardemente assassinado ainda pelos
mesmos terroristas, no mesmo assalto; Alberto da Silva Machado , covardemente
assassinado por terroristas que assaltaram a Fábrica de Móveis Vogal Ltda, Rio,
da qual era proprietário; José do Amaral, covardemente assassinado pelos
terroristas do MR-8 e da VAR-Palmares durante assalto ao carro transportador de
valores da Transfort S/A.; Nelson Martinez Ponce, covardemente assassinado
pelos terroristas do Molipo, durante assalto a um ônibus da Empresa de
Transportes Urbano S/A, em Vila Brasilândia, São Paulo; João Campos,
covardemente assassinado pelos terroristas ao tentar deter um carro cheio de
terroristas armados; José Amaral Vilela, covardemente assassinado pelos
terroristas que assaltaram um carro-forte da firma Transfort, na Estrada do
Portela, em Madureira, Rio; Eduardo Timóteo Filho, covardemente assassinado
pelos terroristas durante outro assalto às Casas Gaio Marti, Rio; Hélio
Ferreira de Moura, covardemente assassinado pelos terroristas que assaltaram
outro carro da Brinks, na via Dutra; Tomaz Paulino de Almeida, covardemente
assassinado pelos terroristas que roubaram seu carro, no bairro do Cambuci, SP;
Luzimar Machado de Oliveira, covardemente assassinado por terroristas do Molipi
que tentavam entrar com identidades falsas em um clube na cidade de Paraiso do
Norte, GO; 



Benedito Monteiro da Silva, covardemente
assassinado por terroristas durante um assalto a banco em S. José do Rio Pardo,
SP; Napoleão Felipe Bertolane Biscaldi, covardemente assassinado por
terroristas durante uma operação no bairro Tatuapé, SP; Walter César Galleti,
covardemente assassinado pelos terroristas da ALN que assaltaram a firma F.
Monteiro S/A., SP; Manoel dos Santos, covardemente assassinado pelos
terroristas que assaltaram a fábrica de bebidas Charel Ltda, SP; Aníbal
Figueiredo de Albuquerque, covardemente assassinado pelos terroristas que
assaltaram a mesma fábrica Charel, da qual era proprietário; Odilo Cruz Rosa,
covardemente assasinado pelos terroristas da guerrilha do Araguaia; sargento
Rozendo, covardemente assassinado pelos terroristas que assaltaram um bar e um
carro da Distribuidora de Cigarros Oeste LTDA, SP; João Pereira, covardemente
assassinado pelos terroristas do PC do B na guerrilha do Araguaia; Mário
Domingos Panzarielo, covardemente assassinado pelos terroristas da ALN; Mário
Abraim da Silva , covardemente assassinado pelos terroristas da guerrilha do
Araguaia; Sílvio Nunes Alves, covardemente assassinado pelos terroristas da
"frente" PCBR - ALN - VPR - Var Palmares e MR8 que assaltaram o banco
Novo Mundo, na Penha, Rio; Osmar, posseiro no Pará, covardemente assassinado
pelos terroristas por ter permitido que paraquedistas acanpassem nas suas
terras; Luiz Honório Correia, covardementa assassinado por terroristas que
assaltaram a empresa de Ônibus Barão de Mauá, Rio; Severino Fernandes da Silva,
covardemente assasinado pelos terroristas durante "agitação rural" em
PE; José Inocêncio Barreto, covardemente assassinado pelos mesmos terroristas
durante a mesma "operação"em PE; Manoel Henrique de Oliveira,
covardemente assassinado pelos terroristas da ALN; Pedro Américo Mota Garcia,
covardemente assassinado pelos terroristas ao impedir um assalto a uma agência
da CEF no Rio; Octávio Gonçalves Moreira Júnior, coverdemente assassinado pelos
terroristas de um "Tribunal Popular Revolucionário"que decidiu matar
um policial como "exemplo"; Francisco Valdir de Paula, covardemente
assassinado pelos terroristas da guerrilha do Araguaia; Geraldo José Nogueira,
covardemente assassinado por terroristas não identificados em São Paulo; Pedro
Mineiro, covardemente assassinado pelos terroristas da guerrilha do Araguaia -
e POR TODOS AQUELES que foram "justiçados" por seus próprios
"cumpanhêros", como é de PRAXE entre os comunistas sanguinários,
TODOS covardemente assassinados: Antonio Nogueira da Silva Filho, Geraldo
Ferreira Damasceno, Ari Rocha Miranda, Antonio Lourenço, Márcio Leite Toledo,
Amaro Luiz de Carvalho, Carlos Alberto Maciel Cardoso, Salatiel Teixeira
Rolins, Rosalino Cruz Souza, e também em memória de Elvira Cupelo Colônio,
codinome "Elza Fernandes", covardemente assassinada por ordem de Luiz
Carlos Prestes e Olga Benário - que o opróbrio para sempre cubra os nomes
desses comunistas sanguinários, agentes do maior genocídio da História e
assassinos covardes de tantos inocentes, AMÉM!




Grobio e suas desnotícias !

Para Globo, o canalha assassino , matando policiais do politicamente cúrreto da républica francesa e causando uma mortandade se recusando (kkkk é dose), é a vitima! Além disso não é racista (usando a tese deles mesmo) descaraterizar um francês impingindo sua ascendência argelina? (uai! ele é cidadão vitima e na frase seguinte é 'argelino do mau'? uai, coerência ?). Fora que o publico é doente né? Tem quer da ênfase, 'esses não são os nossos são os do mal'.... Mustafá é sempre do bem! Os assassinos são os 'extrema direita conservadora'... Ui Ui Ui Globio...

Certo! Até quando vão ficar com esse circo com o DEMÔstenes? Ele deve ser preso! Mais muito mais a quadrilha que "compra" lanchas fantasma para um ministério inócuo! E aí? Nem uma nota de rodapé?

quinta-feira, 8 de março de 2012

2011: A Brave New Dystopia

http://mujahdincucaracha.blogspot.com/2012/03/2011-brave-new-dystopia.html


As duas grandiosas visões sobre uma futura distopia foram as de George Orwell em 1984 e de Aldous Huxley em Brave New World. O debate entre aqueles que assistiram nossa decadência em direção ao totalitarismo corporativo era sobre quem, afinal, estava certo. Seria, como Orwell escreveu, dominado pela vigilância repressiva e pelo estado de segurança que usaria formas cruas e violentas de controle? Ou seria, como Huxley anteviu, um futuro em que abraçaríamos nossa opressão embalados pelo entretenimento e pelo espetáculo, cativados pela tecnologia e seduzidos pelo consumismo desenfreado? No fim, Orwell e Huxley estavam ambos certos. Huxley viu o primeiro estágio de nossa escravidão. Orwell anteviu o segundo. 
Temos sido gradualmente desempoderados por um estado corporativo que, como Huxley anteviu, nos seduziu e manipulou através da gratificação dos sentidos, dos bens de produção em massa, do crédito sem limite, do teatro político e do divertimento. Enquanto estávamos entretidos, as leis que uma vez mantiveram o poder corporativo predatório em cheque foram desmanteladas, as que um dia nos protegeram foram reescritas e nós fomos empobrecidos.  Agora que o crédito está acabando, os bons empregos para a classe trabalhadora se foram para sempre e os bens produzidos em massa se tornaram inacessíveis, nos sentimos transportados do Brave New World para 1984. O estado, atulhado em déficits maciços, em guerras sem fim e em golpes corporativos, caminha em direção à falência. É hora do Big Brother assumir as previsões de Huxley. Passamos de uma sociedade onde somos habilmente manipulados por mentiras e ilusões a uma onde nós somos controlados abertamente.
Orwell nos alertou sobre um mundo em que os livros eram banidos. Huxley nos alertou sobre um mundo em que ninguém queria ler livros. Orwell nos alertou sobre um estado de guerra e medo permanentes. Huxley nos alertou sobre uma cultura de prazeres do corpo. Orwell nos alertou sobre um estado em que toda conversa e pensamento eram monitorados e no qual a dissidência era punida brutalmente. Huxley nos alertou sobre um estado no qual a população, preocupada com trivialidades e fofocas, não se importava mais com a verdade e a informação. Orwell nos viu amedrontados até a submissão.  Mas Huxley, estamos descobrindo, era meramente o prelúdio de Orwell. Huxley entendeu o processo pelo qual seríamos cúmplices de nossa própria escravidão. Orwell entendeu a escravidão. Agora que o golpe corporativo foi dado, estamos nus e indefesos. Estamos começando a entender, como Karl Marx sabia, que o capitalismo sem limites e desregulamentado é uma força bruta e revolucionária que explora os seres humanos e o mundo natural até a exaustão e o colapso. 
O partido busca todo o poder pelo poder”, Orwell escreveu em  1984. “Não estamos interessados no bem dos outros; estamos interessados somente no poder. Não queremos riqueza ou luxo, vida longa ou felicidade; apenas poder, poder puro. O que poder puro significa você ainda vai entender. Nós somos diferentes das oligarquias do passado, já que sabemos o que estamos fazendo. Todos os outros, mesmo os que se pareciam conosco, eram covardes e hipócritas. Os nazistas alemães e os comunistas russos chegaram perto pelos seus métodos, mas eles nunca tiveram a coragem de reconhecer seus próprios motivos. Eles fizeram de conta, ou talvez tenham acreditado, que tomaram o poder sem querer e por um tempo limitado, e que logo adiante havia um paraíso em que os seres humanos seriam livres e iguais. Não somos assim. Sabemos que ninguém toma o poder com a intenção de entregá-lo. Poder não é um meio; é um fim. Ninguém promove uma ditadura com o objetivo de assegurar a revolução; se faz a revolução para assegurar a ditadura. O objeto da perseguição é perseguir. O objeto de torturar é a tortura. O objeto do poder é o poder”. 
O filósofo político Sheldon Wolin usa o termo “totalitarismo invertido” no livro “Democracia Ltda.” para descrever nosso sistema político. É um termo que não faria sentido para Huxley. No totalitarismo invertido, as sofisticadas tecnologias de controle corporativo, intimidação e manipulação de massas, que superam em muito as empregadas por estados totalitários prévios, são eficazmente mascaradas pelo brilho, barulho e abundância da sociedade de consumo.  Participação política e liberdades civis são gradualmente solapadas. O estado corporativo, escondido sob a fumaça da indústria de relações públicas, da indústria do entretenimento e do materialismo da sociedade de consumo, nos devora de dentro para fora. Não deve nada a nós ou à Nação. Faz a festa em nossa carcaça. 
O estado corporativo não encontra a sua expressão em um líder demagogo ou carismático. É definido pelo anonimato e pela ausência de rosto de uma corporação. As corporações, que contratam porta-vozes atraentes como Barack Obama, controlam o uso da ciência, da tecnologia, da educação e dos meios de comunicação de massa. Elas controlam as mensagens do cinema e da televisão. E, como no Brave New World, elas usam as ferramentas da comunicação para aumentar a tirania. Nosso sistema de comunicação de massas, como Wolin escreveu, “bloqueia, elimina o que quer que proponha qualificação, ambiguidade ou diálogo, qualquer coisa que enfraqueça ou complique a força holística de sua criação, a sua completa capacidade de influenciar”. 
O resultado é um sistema monocromático de informação. Cortejadores das celebridades, mascarados de jornalistas, experts e especialistas, identificam nossos problemas e pacientemente explicam seus parâmetros. Todos os que argumentam fora dos parâmetros são desprezados como chatos irrelevantes, extremistas ou membros da extrema esquerda. Críticos sociais prescientes, como Ralph Nader e Noam Chomsky, são banidos. Opiniões aceitáveis cabem, mas apenas de A a B. A cultura, sob a tutela dos cortesãos corporativos, se torna, como Huxley notou, um mundo de conformismo festivo, de otimismo sem fim e fatal.
Nós nos ocupamos comprando produtos que prometem mudar nossas vidas, tornar-nos mais bonitos, confiantes e bem sucedidos — enquanto perdemos direitos, dinheiro e influência. Todas as mensagens que recebemos pelos meios de comunicação, seja no noticiário noturno ou nos programas como “Oprah”, nos prometem um amanhã mais feliz e brilhante. E isso, como Wolin apontou, é “a mesma ideologia que convida os executivos de corporações a exagerar lucros e esconder prejuízos, sempre com um rosto feliz”. Estamos hipnotizados, Wolin escreve, “pelo contínuo avanço tecnológico” que encoraja “fantasias elaboradas de poder individual, juventude eterna, beleza através de cirurgia, ações medidas em nanosegundos: uma cultura dos sonhos, de cada vez maior controle e possibilidade, cujos integrantes estão sujeitos à fantasia porque a grande maioria tem imaginação, mas pouco conhecimento científico”. 
Nossa base manufatureira foi desmantelada. Especuladores e golpistas atacaram o Tesouro dos Estados Unidos e roubaram bilhões de pequenos acionistas que tinham poupado para a aposentadoria ou estudo. As liberdades civis, inclusive o habeas corpus e a proteção contra a escuta telefônica sem mandado, foram enfraquecidas. Serviços básicos, inclusive de educação pública e saúde, foram entregues a corporações para explorar em busca do lucro. As poucas vozes dissidentes, que se recusam a se engajar no papo feliz das corporações, são desprezadas como fanáticos. 
Atitude e temperamento são habilmente manipulados pelo Estado corporativo, como caracterizou Huxley no "Brave New World". O protagonista do livro, Bernard Marx, se transforma em frustração para sua namorada Lenina:
- "Você não quer ser livre, Lenina?", pergunta ele.
- "Eu não sei que você quer dizer. Eu sou livre, livre para ter o tempo mais maravilhoso. Todo mundo é feliz hoje em dia."
Ele riu, "Sim, ' toda a gente é feliz hoje em dia. Nós temos sido tratados como crianças de cinco anos. Mas você não gostaria de ser livre para ser feliz de outra forma, Lenina? Do seu próprio modo, por exemplo; não da forma de todos os outros."
- "Eu não sei o que quer dizer", ela repetiu.
A fachada está desabando. Quanto mais gente se der conta de que fomos usados e roubados, mais rapidamente nos moveremos do Brave New World de Huxley para o 1984 de Orwell. O público, a certa altura, terá de enfrentar algumas verdades doloridas. Os empregos com bons salários não vão voltar. Os maiores déficits da história humana significam que estamos presos num sistema escravocrata de dívida que será usado pelo estado corporativo para erradicar os últimos vestígios de proteção social dos cidadãos, inclusive a Previdência Social. O estado passou de uma democracia capitalista para o neo-feudalismo. E quando essas verdades se tornarem aparentes, a raiva vai substituir o conformismo feliz imposto pelas corporações. O vazio de nossos bolsões pós-industriais, onde 40 milhões de norte-americanos vivem em estado de pobreza e dezenas de milhões na categoria chamada “perto da pobreza”, junto com a falta de crédito para salvar as famílias do despejo, das hipotecas e da falência por causa dos gastos médicos, significam que o totalitarismo invertido não vai mais funcionar. 
Nós crescentemente vivemos na Oceania de Orwell, não mais no Estado Mundial de Huxley. Osama bin Laden fêz o papel de Emmanuel Goldstein em 1984. Goldstein, na novela, é a face pública do terror. Suas maquinações diabólicas e seus atos de violência clandestina dominam o noticiário noturno. A imagem de Goldstein aparece diariamente nas telas de TV da Oceania como parte do ritual diário da nação, os “Dois Minutos de Ódio”. E, sem a intervenção do estado, Goldstein, assim como bin Laden, vai te matar. Todos os excessos são justificáveis na luta titânica contra o diabo personificado. 
A tortura psicológica do cabo Bradley Manning — que está preso há sete meses sem condenação por qualquer crime — espelha o dissidente Winston Smith de 1984. Manning é um “detido de segurança máxima” na cadeia da base dos Fuzileiros Navais de Quantico, na Virginia. Eles passa 23 das 24 horas do dia sozinho. Não pode se exercitar. Não pode usar travesseiro ou roupa de cama. Médicos do Exército enchem Manning de antidepressivos. As formas cruas de tortura da Gestapo foram substituídas pelas técnicas refinadas de Orwell, desenvolvidas por psicólogos do governo, para transformar dissidentes como Manning em vegetais. Quebramos almas e corpos. É mais eficaz. Agora todos podemos ir ao temido quarto 101 de Orwell para nos tornarmos obedientes e mansos.  Essas “medidas administrativas especiais” são regularmente impostas em nossos dissidentes, inclusive em Syed Fahad Hasmi, que ficou preso sob condições similares durante três anos antes do julgamento. As técnicas feriram psicologicamente milhares de detidos em nossas cadeias secretas em todo o mundo. Elas são o exemplo da forma de controle em nossas prisões de segurança máxima, onde o estado corporativo promove a guerra contra nossa sub-classe política – os afro-americanos. É o presságio da mudança de Huxley para Orwell. 
Nunca mais você será capaz de ter um sentimento humano”, o torturador de Winston Smith diz a ele em  1984. ”Tudo estará morto dentro de você. Nunca mais você será capaz de amar, de ter amigos, do prazer de viver, do riso, da curiosidade, da coragem ou integridade. Você será raso. Vamos te apertar até esvaziá-lo e vamos encher você de nós”. 
O laço está apertando. A era do divertimento está sendo substituída pela era da repressão. Dezenas de milhões de cidadãos tiveram seus dados de e-mail e de telefone entregues ao governo. Somos a cidadania mais monitorada e espionada da história humana. Muitos de nós temos nossa rotina diária registrada por câmeras de segurança. Nossos hábitos ficam gravados na internet. Nossas fichas são geradas eletronicamente. Nossos corpos são revistados em aeroportos e filmados por scanners. Anúncios públicos, selos de inspeção e posters no transporte público constantemente pedem que relatemos atividade suspeita. O inimigo está em toda parte. 
Aqueles que não cumprem com os ditames da guerra contra o terror, uma guerra que, como Orwell notou, não tem fim, são silenciados brutalmente. Medidas draconianas de segurança foram usadas contra protestos no G-20 em Pittsburgh e Toronto de forma desproporcional às manifestações de rua. Mas elas mandaram uma mensagem clara — NÃO TENTE PROTESTAR. A investigação do FBI contra ativistas palestinos e que se opõem à guerra, que em setembro resultou em buscas em casas de Minneapolis e Chicago, é uma demonstração do que espera aqueles que desafiam o Newspeak oficial. Os agentes — ou a Polícia do Pensamento — apreenderam telefones, computadores, documentos e outros bens pessoais. Intimações para aparecer no tribunal já foram enviadas a 26 pessoas. As intimações citam leis federais que proíbem “dar apoio material ou recursos para organizações terroristas estrangeiras”. O Terror, mesmo para aqueles que não tem nada a ver com terror, se torna o instrumento usado pelo Big Brother para nos proteger de nós mesmos. 
Você está começando a entender o mundo que estamos criando?”, Orwell escreveu. “É exatamente o oposto daquelas Utopias estúpidas que os velhos reformistas imaginaram. Um mundo de medo, traição e tormento, um mundo em que se atropela e se é atropelado, um mundo que, ao se sofisticar, vai se tornar cada vez mais cruel”.
Chris Hedges é Editorialista.
 Publicado em TruthDig.com em 27 de dezembro de 2010.
Fonte:  Alerta Total

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

O Povo engole tudo e nem sabe que paga várias vezes o que já é dele!

Fonte: "por ai na internet"... 


Aluna de 22 anos afirma: "NÃO PAGO PEDÁGIO EM LUGAR NENHUM ". O texto está correndo o Brasil! LEIA:

06/06/2011
"A Inconstitucionalidade dos Pedágios", desenvolvido pela aluna do 9º semestre de Direito da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) Márcia dos Santos Silva choca, impressiona e orienta os interessados.

A jovem de 22 anos apresentou o "Direito fundamental de ir e vir" nas estradas do Brasil. Ela, que mora em Pelotas, conta que, para vir a Rio Grande apresentar seu trabalho no congresso, não pagou pedágio e, na volta, faria o mesmo. Causando surpresa nos participantes, ela fundamentou seus atos durante a apresentação.
Márcia explica que na Constituição Federal de 1988, Título II, dos "Direitos e Garantias Fundamentais", o artigo 5 diz o seguinte:

"Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade " E no inciso XV do artigo: "é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens".

A jovem acrescenta que "o direito de ir e vir é cláusula pétrea na Constituição Federal, o que significa dizer que não é possível violar esse direito. E ainda que todo o brasileiro tem livre acesso em todo o território nacional O que também quer dizer que o pedágio vai contra a constituição".

Segundo Márcia, as estradas não são vendáveis. E o que acontece é que concessionárias de pedágios realiza contratos com o governo Estadual de investir no melhoramento dessas rodovias e cobram o pedágio para ressarcir os gastos. No entanto, no valor da gasolina é incluído o imposto de Contribuição de Intervenção de Domínio Econômico (Cide), e parte dele é destinado às estradas.

"No momento que abasteço meu carro, estou pagando o pedágio. Não é necessário eu pagar novamente Só quero exercer meu direito, a estrada é um bem público e não é justo eu pagar por um bem que já é meu também", enfatiza.

A estudante explicou maneiras e mostrou um vídeo que ensinava a passar nos pedágio sem precisar pagar. "Ou você pode passar atrás de algum carro que tenha parado. Ou ainda passa direto. A cancela, que barra os carros é de plástico, não quebra, e quando o carro passa por ali ela abre.

Não tem perigo algum e não arranha o carro", conta ela, que diz fazer isso sempre que viaja. Após a apresentação, questionamentos não faltaram. Quem assistia ficava curioso em saber se o ato não estaria infringindo alguma lei, se poderia gerar multa, ou ainda se quem fizesse isso não estaria destruindo o patrimônio alheio. As respostas foram claras. Segundo Márcia, juridicamente não há lei que permita a utilização de pedágios em estradas brasileiras.

Quanto a ser um patrimônio alheio, o fato, explica ela, é que o pedágio e a cancela estão no meio do caminho onde os carros precisam passar e, até então, ela nunca viu cancelas ou pedágios ficarem danificados. Márcia também conta que uma vez foi parada pela Polícia Rodoviária, e um guarda disse que iria acompanhá-la para pagar o pedágio. "Eu perguntei ao policial se ele prestava algum serviço para a concessionária ou ao Estado.

Afinal, um policial rodoviário trabalha para o Estado ou para o governo Federal e deve cuidar da segurança nas estradas. Já a empresa de pedágios, é privada, ou seja, não tem nada a ver uma coisa com a outra", acrescenta.
Ela defende ainda que os preços são iguais para pessoas de baixa renda, que possuem carros menores, e para quem tem um poder aquisitivo maior e automóveis melhores, alegando que muita gente não possui condições para gastar tanto com pedágios. Ela garante também que o Estado está negando um direito da sociedade. "Não há o que defender ou explicar. A constituição é clara quando diz que todos nós temos o direito de ir e vir em todas as estradas do território nacional", conclui. A estudante apresenta o trabalho de conclusão de curso e formou-se em agosto de 2008.

Ela não sabia que área do Direito pretende seguir, mas garante que vai continuar trabalhando e defendendo a causa dos pedágios.

E AGORA?

VAMOS COMPARTILHAR E VER NO QUE ISSO VAI DAR...

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Enfiaram a TV Brasil na TV a cabo. O Fim da 'TV LIVRE'.

Enfiaram a TV Brasil na TV a cabo

Texto de http://brunopontes.blogspot.com/2011/08/enfiaram-tv-brasil-na-tv-cabo.html

Meu (De Bruno Pontes) artigo no
Estado

Notícia fresca da União dos Estados Socialistas do Brasil: o Senado aprovou a imposição de cotas de programação nacional obrigatória nos canais de TV por assinatura. A desculpa é a de sempre: precisamos valorizar nossa cultura (senha para “vamos tomar seu dinheiro” em 90% dos casos).

O projeto define três tipos de cotas na TV a cabo. A cota por canal obriga a veiculação de até três horas e meia de programação regional e nacional por semana em cada canal, em horário nobre, que será definido pela Agência Nacional do Cinema. Metade dessa programação deve ser feita por “produtor independente”, ou seja, aquele que financia sua arte com verba estatal e está independente da vontade do público.

Na cota por pacote, um terço dos canais que compõem o pacote deve ser brasileiro. Dos canais brasileiros, um terço deve ser de produção independente e dois canais devem ter 12 horas diárias de conteúdo brasileiro independente. Ligue a TV, ponha na TV Brasil e tente assistir por 10 minutos. Caso você continue acordado, tente imagine 12 horas diárias disso.

Dias antes da votação, a ministra da Cultura, a petista Ana de Hollanda, esteve com o presidente do Senado, o petista José Sarney, para informá-lo da importância das cotas. “Não se trata de uma interferência [nas TVs], mas é uma forma de divulgar a produção cultural brasileira, que é muito grande”, disse ela. “Este projeto é uma batalha de muitos anos do mundo da Cultura e do mundo do audiovisual. É a garantia de espaço para o conteúdo da produção brasileira que é muita rica e ainda pouco conhecida”.

Se a TV Brasil existe, por que não botar a tal produção cultural brasileira pra rodar lá? Porque ninguém assiste àquilo. Os entusiastas do projeto aprovado no Senado pensam que, enfiando-a na grade das TVs por assinatura, a cota nacional encontrará espectadores. Não encontrará, é claro, como não encontra na TV Brasil, que é aberta. Em compensação, a turma disporá agora de parte dos impostos pagos pelas empresas de TV a cabo para queimar nos seus produtos de audiência zero.

Do mesmo jeito que Maria Bethânia se acha no direito de pegar 1 milhão de reais dos cofres públicos para brincar de blog, a turma do audiovisual se acha no direito de obrigar o brasileiro a pagar por algo que ele não quer. Não lhe passa pela cabeça a hipótese de que sua arte seja uma porcaria da qual ninguém faz conta. Por isso os nossos gênios incompreendidos odeiam o livre mercado: eles se imaginam bons demais para serem desprezados. Eles detestam o fato de que a platéia pode vaiar.

domingo, 14 de agosto de 2011

Perseguição aos blogueiros cristãos

Do site:

Por Micheline Gomes
Não é de hoje que muitos blogueiros estão sendo perseguidos por publicar em seus blogs, artigos polêmicos; principalmente quando se refere ao homossexualismo, aborto, eutanásia etc.
A maioria da blogosfera conhece o nosso irmão Júlio Severo. Suas denúncias fizeram que Júlio e sua família se ausentassem do Brasil por causa da perseguição, pois o Júlio bate forte mesmo principalmente no que se refere às práticas promovidas pelos amantes do homossexualismo.
Quando alguma notícia vaza na internet, ela alcança uma proporção muito grande, pois a rede tornou-se um mecanismo de denúncia explícita não só através de textos e imagens, mas de vídeos.
O que me entristeceu hoje, foi à perseguição ao capelão Ricardo Ribeiro da Paraíba. Seu blog se chamaResistênciaCristã.
Segue abaixo parte do texto que o irmão Ricardo escreveu:
“Bem, quero lhe dizer que a perseguição já chegou até mim. Eles tem me monitorado e fui demitido do meu cargo de Capelão e a notícia foi dada por um Homossexual de um grupo ativista que atua na minha cidade, na minha porta. Mas, sei que meu Senhor não deixará faltar nada prá mim, minha esposa grávida de 7 meses e minha filha que está chegando. Estou experimentando o que Júlio passou com seus filhos. Seria bom denunciá-los em seu blog, se possível. Agradeceria muito”.
Que eu saiba, constitucionalmente temos liberdade de expressão e opinião. Quando se mexe com o pessoal do homossexualismo, logo se levantam perseguições contra quem é contrário as práticas e direitos dados a essas pessoas.
Ricardo perdeu sua patente de capelão e precisa da nossa ajuda. Visite seu blog e ajude-o em oração, mas se possível financeiramente.
Será que estamos vivenciando novamente o período de ditadura? Ou perderemos a cabeça como perdeu o profeta João Batista por denunciar O PECADO?
Divulgação: www.juliosevero.com
Proeminente ativista pró-família Julio Severo foge do Brasil para escapar de acusações de “homofobia”

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Somos 100 mil signatários do Manifesto em Defesa da Democracia

Somos 100 mil signatários do Manifesto em Defesa da Democracia


Neste momento, são 100.073 os signatários do Manifesto em Defesa da Democracia. Num post da manhã (ver abaixo), escrevi que faltavam 1.557 assinaturas para atingir a marca história dos 100 mil.

E o movimento não pode parar. Ainda que o texto traga algumas questões que são conjunturais, como a determinação desabrida de Lula de desrespeitar a lei, ele faz a defesa de valores que são permanentes.

Vamos continuar. Republico a íntegra do texto em homenagem à multidão de mulheres e homens que exigem respeito aos valores democráticos. Noto que algo curioso acontece com este texto: a cada dia, ele se torna mais atual, um retrato sempre mais fiel do presente.

*

Manifesto em Defesa da Democracia

Numa democracia, nenhum dos Poderes é soberano. Soberana é a Constituição, pois é ela quem dá corpo e alma à soberania do povo.

Acima dos políticos estão as instituições, pilares do regime democrático. Hoje, no Brasil, inconformados com a democracia representativa se organizam no governo para solapar o regime democrático.

É intolerável assistir ao uso de órgãos do Estado como extensão de um partido político, máquina de violação de sigilos e de agressão a direitos individuais.

É inaceitável que militantes partidários tenham convertido órgãos da administração direta, empresas estatais e fundos de pensão em centros de produção de dossiês contra adversários políticos.

É lamentável que o Presidente esconda no governo que vemos o governo que não vemos, no qual as relações de compadrio e da fisiologia, quando não escandalosamente familiares, arbitram os altos interesses do país, negando-se a qualquer controle.

É inconcebível que uma das mais importantes democracias do mundo seja assombrada por uma forma de autoritarismo hipócrita, que, na certeza da impunidade, já não se preocupa mais em valorizar a honestidade.

É constrangedor que o Presidente não entenda que o seu cargo deve ser exercido em sua plenitude nas vinte e quatro horas do dia. Não há “depois do expediente” para um Chefe de Estado. É constrangedor também que ele não tenha a compostura de separar o homem de Estado do homem de partido, pondo-se a aviltar os seus adversários políticos com linguagem inaceitável, incompatível com o decoro do cargo, numa manifestação escancarada de abuso de poder político e de uso da máquina oficial em favor de uma candidatura. Ele não vê no “outro” um adversário que deve ser vencido segundo regras, mas um inimigo que tem de ser eliminado.

É aviltante que o governo estimule e financie a ação de grupos que pedem abertamente restrições à liberdade de imprensa, propondo mecanismos autoritários de submissão de jornalistas e de empresas de comunicação às determinações de um partido político e de seus interesses.

É repugnante que essa mesma máquina oficial de publicidade tenha sido mobilizada para reescrever a História, procurando desmerecer o trabalho de brasileiros e brasileiras que construíram as bases da estabilidade econômica e política, que tantos benefícios trouxeram ao nosso povo.

É um insulto à República que o Poder Legislativo seja tratado como mera extensão do Executivo, explicitando o intento de encabrestar o Senado. É deplorável que o mesmo Presidente lamente publicamente o fato de ter de se submeter às decisões do Poder Judiciário.

Cumpre-nos, pois, combater essa visão regressiva do processo político, que supõe que o poder conquistado nas urnas ou a popularidade de um líder lhe conferem licença para ignorar a Constituição e as leis. Propomos uma firme mobilização em favor de sua preservação, repudiando a ação daqueles que hoje usam de subterfúgios para solapá-las. É preciso brecar essa marcha para o autoritarismo.

Brasileiros erguem sua voz em defesa da Constituição, das instituições e da legalidade.

Não precisamos de soberanos com pretensões paternas, mas de democratas convictos.

Por Reinaldo Azevedo
http://antiforodesaopaulo.blogspot.com/2010/10/somos-100-mil-signatarios-do-manifesto.html

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Extra: O manifesto censurado!

Extra: O manifesto censurado!

Prezados leitores,

Trago-vos da coluna do jornalista Reinaldo Azevedo o inteiro teor do manifesto produzido pela Comissão Representativa dos Bispos do Regional Sul 1 da CNBB em que são feitas recomendações para que os católicos não votem em candidatos que tenham por meta egalizar o aborto, que foi alvo de ilegal constrangimento por militantes petistas que se fizeram passar por idôneos jornalistas e que ao fim, por pressão do PT, foi apreendida pela PF.

Convido a todos os participantes da LIBERESFERA a reproduzirem o documento.


A Presidência e a Comissão Representativa dos Bispos do Regional Sul 1 da CNBB, em sua Reunião ordinária, tendo já dado orientações e critérios claros para “VOTAR BEM”, acolhem e recomendam a ampla difusão do “APELO A TODOS OS BRASILEIROS E BRASILEIRAS” elaborado pela Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 que pode ser encontrado no seguinte endereço eletrônico www.cnbbsul1.org.br

São Paulo, 26 de Agosto de 2010.

Dom Nelson Westrupp, scj

Presidente do CONSER-SUL 1

Dom Benedito Beni dos Santos

Vice-presidente do CONSER-SUL 1

Dom Airton José dos Santos

Secretário Geral do CONSER SUL 1

APELO A TODOS OS BRASILEIROS E BRASILEIRAS

Nós, participantes do 2º Encontro das Comissões Diocesanas em Defesa da Vida (CDDVs), organizado pela Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB e realizado em S. André no dia 03 de julho de 2010,

- considerando que, em abril de 2005, no IIº Relatório do Brasil sobre o Tratado de Direitos Civis e Políticos, apresentado ao Comitê de Direitos Humanos da ONU (nº 45) o atual governo comprometeu-se a legalizar o aborto,

- considerando que, em agosto de 2005, o atual governo entregou ao Comitê da ONU para a Eliminação de todas as Formas de Descriminalização contra a Mulher (CEDAW) documento no qual reconhece o aborto como Direito Humano da Mulher,

- considerando que, em setembro de 2005, através da Secretaria Especial de Política das Mulheres, o atual governo apresentou ao Congresso um substitutivo do PL 1135/91, como resultado do trabalho da Comissão Tripartite, no qual é proposta a descriminalização do aborto até o nono mês de gravidez e por qualquer motivo, pois com a eliminação de todos os artigos do Código Penal, que o criminalizam, o aborto, em todos os casos, deixaria de ser crime,

- considerando que, em setembro de 2006, no plano de governo do 2º mandato do atual Presidente, ele reafirma, embora com linguagem velada, o compromisso de legalizar o aborto,

- considerando que, em setembro de 2007, no seu IIIº Congreso, o PT assumiu a descriminalização do aborto e o atendimento de todos os casos no serviço público como programa de partido, sendo o primeiro partido no Brasil a assumir este programa,

- considerando que, em setembro de 2009, o PT puniu os dois deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso por serem contrários à legalização do aborto,

- considerando como, com todas estas decisões a favor do aborto, o PT e o atual governo tornaram-se ativos colaboradores do Imperialismo Demográfico que está sendo imposto em nível mundial por Fundações Internacionais, as quais, sob o falacioso pretexto da defesa dos direitos reprodutivos e sexuais da mulher, e usando o falso rótulo de “aborto - problema de saúde pública”, estão implantando o controle demográfico mundial como moderna estratégia do capitalismo internacional,

- considerando que, em fevereiro de 2010, o IVº Congresso Nacional do PT manifestou apoio incondicional ao 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3), decreto nª 7.037/09 de 21 de dezembro de 2009, assinado pelo atual Presidente e pela ministra da Casa Civil, no qual se reafirmou a descriminalização do aborto, dando assim continuidade e levando às últimas consequências esta política antinatalista de controle populacional, desumana, antisocial e contrária ao verdadeiro progresso do nosso País,

- considerando que este mesmo Congresso aclamou a própria ministra da Casa Civil como candidata oficial do Partido dos Trabalhadores para a Presidência da República,

- considerando enfim que, em junho de 2010, para impedir a investigação das origens do financiamento por parte de organizações internacionais para a legalização e a promoção do aborto no Brasil, o PT e as lideranças partidárias da base aliada boicotaram a criação da CPI do aborto que investigaria o assunto,

RECOMENDAMOS encarecidamente a todos os cidadãos e cidadãs brasileiros e brasileiras, em consonância com o art. 5º da Constituição Federal, que defende a inviolabilidade da vida humana e, conforme o Pacto de S. José da Costa Rica, desde a concepção, independentemente de sua convicções ideológicas ou religiosas, que, nas próximas eleições, deem seu voto somente a candidatos ou candidatas e partidos contrários à descriminalizacão do aborto.

Convidamos, outrossim, a todos para lerem o documento “Votar Bem” aprovado pela 73ª Assembléia dos Bispos do Regional Sul 1 da CNBB, reunidos em Aparecida no dia 29 de junho de 2010 e verificarem as provas do que acima foi exposto no texto “A Contextualização da Defesa da Vida no Brasil” (http://www.cnbbsul1.org.br/arquivos/defesavidabrasil.pdf), elaborado pelas Comissões em Defesa da Vida das Dioceses de Guarulhos e Taubaté, ligadas à Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB, ambos disponíveis no site desse mesmo Regional.

COMISSÃO EM DEFESA DA VIDA DO REGIONAL SUL 1 DA CNBB

domingo, 19 de setembro de 2010

Apolo? Eis Apolo!

Apolo disse...

Coronel,

Gostaria de divulgar a campanha abaixo citada:

---------------------------
Campanha de oração
Pela salvação do Brasil!


As hostes do Inferno levantam-se contra o Brasil e o pretendem tomar de assalto, diante da apatia do seu povo; mas esta aqui é a Terra de Santa Cruz. Esta é a terra que tem por Padroeira uma Senhora poderosa e terrível, uma Virgem que, sozinha, venceu todas as heresias do mundo inteiro. Esta aqui é Terra de Nossa Senhora da Conceição Aparecida.


http://www.salvemobrasil.com

19 de setembro de 2010 13:34


Comentarios retirados de Coturno Noturno

Front: O Brasil Antro de Corruptos?

O Brasil Antro de Corruptos?

Já pensaram um pouco porque tudo que é criminoso pensa em se instalar no Brasil? Porque eles se transferem, migram com tanta facilidade? Parece com aqueles filmes Americanos as ‘avesas’, em que quem quer migra, quem quer ter Greencard, tem que ter valores Americanos, cultura America, saber história Americana. Aqui, “nosso migrantes”, já também fazem o mesmo, só que a lista é diversa da Americana: História? Esqueça; Valores Morais e Pudores éticos quanto menos, melhor; Moral Flexível; Idoneidade com a Rede de Crimes, oks, bom pré-requisitos.

Ótimos Valores morais que aqueles, desde Nazistas, Ditadores Sul-americanos, Narco-Guerrelheiros, e os mais diversos espectros do crime tem e teve.

Não, Não estou dizendo que Brasileiro é assim, que é criminoso, como diz o artista, “Brasileiro é o que sofre a Síndrome de Estocolmo!”, é aquele tanta vez retratado em livros, desde vidas secas até auto da compadecida, desde jeca tatu ao não mais famélico tiririca. Você que está lendo, por algum equivoco na sua vida nessa nação..., tem algum parente assim, avos, tios, pais, irmãos, a origem, que chegou em algum ponto da vida pelo trabalho, pelo labor frente as mais diversas dores e privações, a chegar onde estamos, e vemos isso acontecendo com nossa nação. Em que bandidos nos “representa”, diz e figuram-se no que somos! Sabes que não somos, e que bandidos continuam bandidos e Criminosos!

Eis nossas Dores, citado em verso e prosa, de Las Casas a Pablo Neruda, de Gregório de Matos a Antonio Viera, de Machado de Assis a Lima Barreto. E muitos outros.

Eis a tragédia que abate nossa Nação, não falo nem país, nem Estado mais, estes não nos representa, eis a questão!

‘Vejo’ minha ‘avó’ vendendo acarajés, meu ‘avô’ porteiro, meu ‘tio’ conduzindo carroças... Não os vejo bandidos, nem em Mães e Pais que se apresentam nos antros autodeclarados ‘da Honestidade e trabalho da Vida Pública’ que se vê na teve e horários políticos ‘gratuitos’.

Front: Zé Ruelas! ???

O Manoel Santos, responsável pelo site Gente Decente, dirigiu carta aberta ao José Serra, atribuindo a derrota à falta de pegada na campanha.
Em resposta, enviei a minha carta aberta ao Manoel Santos:

CARTA ABERTA PARA MANOEL SANTOS
Caro Manoel, tenho o mesmo sentimento em relação à condução da campanha do Serra, porém sem a mesma intensidade. A diferença entre nós se explica na frase do Faulkner citada por você "A inteligência é a capacidade que se tem, de aceitar o que está ao redor." O que temos que aceitar é o fato de que a maioria da população, o brasileiro que elege,além de limitado intelectual e moralmente, tem baixíssima expectativa. Esse brasileiro que chamo de Zé Ruela não vota na Dilma por temer mudanças mas por achar que como está já está de bom tamanho.Suas expectativas, além do básico - ar, água, alimento e sono - não vão além de bola, batuque e bunda, o máximo de luxo a que aspira. E isso só se resolve com quinze anos de escolaridade. Mas a campanha ainda assim peca, como peca a imprensa de modo geral. Costumo dizer que a forma da mensagem elege o destinatário. Se me candidato a síndico e faço meu discurso em mandarim serei entendido apenas pelo chinês do quinto andar. A campanha precisa ser expressada no idioma do Ré Ruela pois é o Zé Ruela o cara que decide os destinos de Babânia. Assim, é errado referir-se a "desvio de dinheiro público" ou "escândalo na Casa Civil". Não é desvio, é roubo; não é dinheiro público, é dinheiro com o qual se construiria um hospital; não é Casa Civil, é governo Lula. O Zé Ruela não sabe que o governo Lula fica com 40% da comida e dos remédios que ele compra. Para o Zé Ruela imposto é um pagamento que os bacanas fazem uma vez por ano.Para ilustrar o que digo lembro que ontem vi a Marina pedir votos afirmando que as "prefeituras estão colapsadas". Isso para o Zé Ruela é mandarim. Competência, Manoel, é alcançar o que nos propomos, independentemente da complexidade ou da moralidade. Se me proponho e consigo demonstrar que dois mais dois somam quatro, fui competente. Se me proponho e não consigo demonstrar um axioma que desafia os matemáticos há anos, fui incompetente.Sob esse aspecto o Lula é competentíssimo. Ninguém se expressa melhor do que ele no idioma do Zé Ruela. Mas o Lula está cercado de ladrões e mente o tempo todo. E daí? O Zé Ruela, com sua moralidade incipiente, não vê pecado nisso.O Zé Ruela também vuve cercado de ladrões e também mente todo o tempo. O Lula e os seus sucessores só perdem para quem também for capaz de expressar-se no idioma do Zé Ruela. Ah, e quanto ao investimento em educação, podemos esquecer. Governos sustentados pelo Zé Ruela não farão nada que ameace a existência do Zé Ruela. Concluindo,não acho que uma campanha com mais "pegada" mudasse alguma coisa. Na verdade, não vejo para Banânia um futuro dentro do meu nível de expectativas. Banânia, o país do Zé Ruela, continuará sendo limitado pelo tamanho do sonho do Zé Ruela.

JGuedes

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Começo do Embate?

O presidente Lula, junto com seu partido, revela o completo desdém pelo jogo democrático, pela dissidência, pelo pluralismo, que são os sinais claros de um Estado de Direito em plena funcionalidade.

As esquerdas, na mídia, nas universidades, na política, em escolas, enfim, em centros de divulgação da cultura, alardeiam o"golpismo" da imprensa toda vez que ela denuncia mais uma coleção de crimes do petismo. Elas remoem as lembranças da investida dos militares em 1964, como se as divulgações ao público sobre os crimes do governo fossem uma espécie de conspiração e luta pelo poder, no sentido de derrubar o PT. Ou seja, as palavras viraram armas, tanques de guerra, metralhadoras, uso da força. Embora as palavras jamais devam ser subestimadas, posto que tenham poder, no entanto, a fiscalização e a denúncia da livre imprensa contra os desmandos do governo é um expediente natural de qualquer democracia. Claro, não é o que passa pela psicologia do PT. O sonho do presidente Lula e de seus sequazes é a cubanização do Brasil.

A imprensa sonhada pelo petismo é calada, amordaçada, ou então, chapa branca, oficialesca, bem aos caprichos dos regimes totalitários. De fato, eles já conseguiram isso. Os sindicatos de jornalistas, os editoriais, as universidades de jornalismo são praticamente quase todos controlados por socialistas e comunistas. Os únicos "golpistas", por assim dizer, são alguns jornalistas corajosos e independentes, que não se vendem ao governo, como também a internet e seus milhares de blogs. Os blogs, por assim dizer, estão salvando a honra do vergonhoso e vendido jornalismo brasileiro. Direi mais: estão salvando a política brasileira de uma falta de oposição, já que o PSDB, espiritualmente, colabora com o petismo, de alguma forma.

Os milhares de cidadãos comuns, honestos, que escrevem em sites independentes e blogs e comentam no twitter ou mesmo revistas e jornais que publicam matérias de grande interesse ao público, agora são acusados de "golpistas". As forças armadas estarão de prontidão, esperando nossa ordem. Nós, os blogueiros, somos sustentados pelo capitalismo internacional e pela burguesia malvada, que financia nossas opiniões. Os "movimentos sociais" como o MST; revistas esquerdistas camaradas do tipo Carta Capital ou Caros Amigos; e sites que ninguém lê, como Carta Maior, dos Emires Saderes da vida, coitadinhos, são pobrezinhos, não vêem um centavo do dinheiro do contribuinte.

É mania das esquerdas inverterem o sentido da realidade. Quando eles roubam, dizem: e quem não rouba? E aí, pelo fato de supostamente todo mundo roubar, eles se dão ao trabalho de se absolverem e criminalizarem a sociedade inteira, roubando como nunca. E quando eles são pegos violando o sigilo bancário e fiscal de alguém, eles dizem: e quem não faz isso? Assim, eles começam a fazer conjecturas, justificando a violação da privacidade alheia, pelo fato de que é eficiente para combater o crime. Ou seja, a sociedade é previamente criminalizada e policiada, enquanto eles mesmos se inocentam no crime de violar privacidade alheia e usar informações confidenciais para chantagear e extorquir todo mundo. O mesmo se aplica ao golpismo. Os esquerdistas medem a humanidade pela régua deles. Se eles são assassinos e vigaristas, é claro que os seus opositores também o são. E aí a fábrica generalizada de dossiês é para inviabilizar qualquer questionamento contra eles. Ou seja, catar os podres de todo mundo, para que o PT continue sempre corrupto e impune. E quando não conseguem encontrar podre nenhum de alguém, apelam à calúnia, difamação e destruição de reputações, para que ninguém os denuncie. Ver conspiração onde não existe, acusar de golpe em meia dúzia de cidadãos inocentes de opiniões divergentes, quando na verdade os conspiradores são os próprios acusadores, é a maneira incrivelmente repetitiva do PT se redimir. Assim, eles podem dar o golpe à vontade no sistema democrático e rasgar a Constituição, pelo fato de transferir para os outros, os seus próprios intentos delinqüentes.

O mito da "mídia golpista" cola muito bem, quando ela praticamente não existe. Aterrorizam-se as manifestações inexistentes ou muito tímidas de dissidência para preveni-la, chantageá-la ou intimidá-la. Para petista, lembremos, "mídia golpista" é toda aquela que não segue a cartilha ideológica do governo (se bem que até as mídias privadas que colaboram com o PT são também chamadas assim).

É de uma perplexidade extrema que ninguém perceba nas afirmações petistas uma declaração de guerra contra a livre opinião e a livre imprensa. Ou seja, opor-se ao governo Lula não se torna prática defendida pela Constituição Brasileira; é um "golpe", a ponto de subverter as próprias instituições democráticas. Dentro desta premissa desonesta, sórdida, canalha, os petistas se colocam como paladinos da democracia, ou mais, a própria democracia encarnada como instituição, perpétua, ainda que acima e contra as próprias leis do país. Do outro lado, qualquer tipo de oposição é considerada "antidemocrática" previamente por se opor ao regime "democrático popular" encarnado nestes facínoras mentirosos. A farsa é mais que abjeta. O PT pode roubar, aparelhar o Estado, ameaçar as liberdades civis e políticas, chantagear ou mesmo calar a boca da imprensa, que sempre será"democrática", já que qualquer crítica ao seu governo é conspiratória. O inverso para eles não é o verdadeiro, basicamente.

Entretanto, na prática é. Os golpistas, os inimigos da democracia, os corruptos e larápios que querem calar a boca da dissidência são os próprios petistas. Eles é que conspiram na calada da noite, criando projetos de censura e cerceamento da liberdade de imprensa e demais outras liberdades. São eles que sonham, na calada da noite, em transformar o Brasil numa Cuba continental, numa versão verde e amarela de bolivarianismo venezuelano, ou, na pior das hipóteses, numa gigantesca Coréia do Norte.

O presidente Lula, cercado de áulicos, inebriado por uma popularidade enganosa e criada através de uma gigantesca campanha de desinformação e manipulação da opinião pública, está demonstrando sinais claros de megalomania. Na prática, ele sempre foi assim. Apenas, aos poucos, revela o cinismo e o desprezo pelo sistema democrático que tanto combateu em sua história. Sim, o mito do Lula sindicalista que combateu o regime militar é tão farsesco quanto o de sua candidata substituta, Dilma Rousseff. Ambos, no passado, lutaram contra a ditadura autoritária pela implantação da ditadura totalitária no país. E, lenta e gradualmente, estão conseguindo isso, através do estupor da sociedade civil, imbecilizada, anestesiada, fora da realidade.

A perspectiva de que o mero fato de opor-se ao governo seja catalogado como "golpe" já implica uma anomalia psicológica de um governo desprezível. É o pensamento típico das tiranias totalitárias, que sonham com a homogeneidade estéril da sociedade civil compacta, sem opiniões próprias e massificada e idiotizada na figura do Partido-Estado. Ver na mera oposição democrática o sinônimo cabal de golpe é pensamento comum dos regimes que vigoram em Cuba, Venezuela, Bolívia, Equador, Coréia do Norte, China, Irã, como também vigoraram na União Soviética, na Alemanha Nazista e outras demais tiranias do século XX. O presidente Lula, junto com seu partido, revela o completo desdém pelo jogo democrático, pela dissidência, pelo pluralismo, que são os sinais claros de um Estado de Direito em plena funcionalidade.

Em uma coisa eles estão certos: sim, nós, opositores, queremos derrubar o governo. Mas, por meios legais e democráticos, enquanto eles querem manter o poder através de métodos antidemocráticos e criminosos. Essa é a nossa diferença. Os verdadeiros golpistas estão no governo. São no amplo sentido que essa palavra significa:conspiradores, maliciosos, embusteiros, charlatães, proxenetas, escroques, estelionatários, assassinos e liberticidas. Quem acredita que a democracia caminha bem, perdeu o senso da realidade. Esperemos apenas, que neste país, as pessoas de bem não sejam internadas como "golpistas", como nos hospícios soviéticos. . .

Diga não aos verdadeiros golpistas! Eles andam aplicando muito golpes na praça!

A Cara Escancarada da República como ela é!

Ouviram do Ipiranga o grito eleitoreiro

15 / 9 / 2010 Guilherme Fiuza

Reagir ao escândalo da Receita Federal é um crime contra o Brasil e a mulher brasileira. Quem disse isso, no dia 7 de setembro, foi o presidente da República. Com outras palavras, é claro. Para Lula, os protestos gerais contra a farra da violação em série de sigilos fiscais são uma tentativa de “atingir com mentiras e calúnias uma mulher da qualidade da Dilma”. O primeiro problema que aí se coloca é a dificuldade de saber qual é, exatamente, a qualidade da Dilma.

Boa parte do eleitorado parece não estar preocupada com isso. Então, tudo bem. Mas aí se coloca outra questão. Se a qualidade da candidata do PT só aparece na boca do presidente, se sua incrível gestão na Casa Civil só floresce na prosa de Lula – que já pressentira todo o seu talento na primeira vez que a viu pela frente –, se não há testemunhas idôneas de sua mitológica capacidade de liderar e articular, se a própria candidata é refratária ao debate e não materializa em público sua proverbial virtude, se quando o bicho pega é o padrinho quem cai dentro da arena para brigar, se a imponente entidade Dilma Rousseff se parece cada vez mais com um disco voador, que muitos dizem ter visto, mas cuja existência ninguém garante, o Brasil e a mulher brasileira estão diante do primeiro crime da história cuja vítima é abstrata. Não vai ser fácil investigar.

E a dificuldade cresce diante de um complicador: a vítima é abstrata e sua verdade é relativa. Passada a crise de identidade com a atriz Norma Benguell, Dilma continua com uma visão muito peculiar de si mesma. Tem dito por aí, para quem quiser ouvir, que em setembro de 2009, quando violaram o sigilo fiscal da filha de José Serra, ela ainda não era candidata à Presidência.

É uma revelação e tanto. O Brasil inteiro seria capaz de jurar que há pelo menos dois anos vê o nome dela nas pesquisas de intenção de voto para a sucessão de Lula. Engano. Nesse período, Dilma era uma ministra como outra qualquer. Poderia ter saído do governo com outro projeto, quem sabe preferisse abrir uma pousada no Irã. Portanto, todas as pegadas petistas encontradas na quebra do sigilo de Veronica e de políticos tucanos não podem ter nada a ver com sua candidatura, que acaba de nascer.

O chato de conversar com pessoas desse tipo é que você nunca sabe onde a verdade delas vai estar. Depende, por assim dizer, da direção do vento. Talvez por isso Dilma relute tanto ao debate público e viva dando safanões em seus assessores e intérpretes. Ninguém tem a mínima competência para entender sua bússola verbal. Candidatura muito recente dá esse tipo de problema.

Nada muito grave. Como se sabe, Lula tem o dom de deduzir o que sua candidata sente e pensa. E usou todo o seu senso de oportunidade para traduzir a alma de Dilma Rousseff aos brasileiros no dia 7 de setembro. De quebra, mostrou que o grito de Dom Pedro I às margens do Ipiranga está superado. Independência ou morte é coisa do passado.

A morte nunca sai de moda, mas a independência não é mais aquela. O Estado brasileiro, hoje, depende do PT. Os dois são quase a mesma pessoa, não só na Receita Federal. Tanto que Lula avisou o povo de que não faria o pronunciamento presidencial do Sete de Setembro, supostamente para não influir na eleição. Mas se vestiu de presidente, com figurino e cenário palacianos, e foi fazer seu pronunciamento “oficial” na propaganda eleitoral de Dilma. Ali ele pôde ficar mais à vontade em seu brado retumbante petista, com musiquinha triste ao fundo e tudo.

As últimas aparições de Dilma mostram uma pessoa exausta e amedrontada. É uma crueldade o que seus tutores estão fazendo com ela. Esse é o verdadeiro crime. E o 7 de setembro de 2010 ficará marcado como o dia da dependência – a dependência de uma mulher despreparada a um projeto político inconsequente, ou vice-versa.

Fonte: Revista “Época” – 13/09/10