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sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Os Bárbaros batem na muralha: "Está tudo bem!" - A história se repete!


Os Inimigos batem as "poderosas" muralhas do Ocidente. E a história se repete. Deixam os inimigos intactos e protegidos [via politicamente correto e 'direito dos manos']. Multiplicam-se os inimigos internos, com cumplicidade e passividade [ativa, bem ativa] de seus 'Gobernantes'. Repete-se a história como aconteceu com Constantinopla: 'deixem eles vir, as muralhas são impenetráveis'; o ocidente se reveste na muralha da Onu - de que toda a 'família humana' concorda com a onu e está sempre em busca de seus objetivos e ideais -afinal é isso a onu né? Só coisas 'lindas'... Como Constantinopla o Ocidente pode cair e desaparecer a qualquer momento - não? os bárbaros dos desertos e estepes jamais conseguiriam invadir a muralha? kkkk - Vc não vê o Sacro-Império Bizantino na ONU né? Há a Turquia - os bárbaros mongóis-das-estepes... Constantinopla tinha de fato muralhas, a Europa hj em dia conta com feminazis e eco-terroristas que odeia café e o agronegócio e que vivem em mcdonalds e starbucks [ou cafezinhos franceses...] uma muralha bem "eficiente"... Haverá uma Viena que deterá os 'Turcos' dessa vez? 

sábado, 8 de setembro de 2012

Cospem na Cara da vítima e Ainda Sambam! Partido Terrorista em Ação!


Povo cristão: Como vocês podem ver na foto, o que

 essa gente lhes promete não é uma piroca: são duas. 

Olavo de Carvalho

Comentários: Povo Otário é assim, mesmo vendo vota nesses Terroristas! Uma vida inteira de apoio (e) a Pederastia, de ignorar a Pedofilia, de Destruição da "família nuclear-heteronormativa", destruição das bases "opressoras" da religião (Cristã é claro...) e "tudo" se apaga com teatrinho! Fala sério! kkkkkkkk

sexta-feira, 30 de março de 2012

Grobio e suas desnotícias !

Para Globo, o canalha assassino , matando policiais do politicamente cúrreto da républica francesa e causando uma mortandade se recusando (kkkk é dose), é a vitima! Além disso não é racista (usando a tese deles mesmo) descaraterizar um francês impingindo sua ascendência argelina? (uai! ele é cidadão vitima e na frase seguinte é 'argelino do mau'? uai, coerência ?). Fora que o publico é doente né? Tem quer da ênfase, 'esses não são os nossos são os do mal'.... Mustafá é sempre do bem! Os assassinos são os 'extrema direita conservadora'... Ui Ui Ui Globio...

Certo! Até quando vão ficar com esse circo com o DEMÔstenes? Ele deve ser preso! Mais muito mais a quadrilha que "compra" lanchas fantasma para um ministério inócuo! E aí? Nem uma nota de rodapé?

quinta-feira, 8 de março de 2012

2011: A Brave New Dystopia

http://mujahdincucaracha.blogspot.com/2012/03/2011-brave-new-dystopia.html


As duas grandiosas visões sobre uma futura distopia foram as de George Orwell em 1984 e de Aldous Huxley em Brave New World. O debate entre aqueles que assistiram nossa decadência em direção ao totalitarismo corporativo era sobre quem, afinal, estava certo. Seria, como Orwell escreveu, dominado pela vigilância repressiva e pelo estado de segurança que usaria formas cruas e violentas de controle? Ou seria, como Huxley anteviu, um futuro em que abraçaríamos nossa opressão embalados pelo entretenimento e pelo espetáculo, cativados pela tecnologia e seduzidos pelo consumismo desenfreado? No fim, Orwell e Huxley estavam ambos certos. Huxley viu o primeiro estágio de nossa escravidão. Orwell anteviu o segundo. 
Temos sido gradualmente desempoderados por um estado corporativo que, como Huxley anteviu, nos seduziu e manipulou através da gratificação dos sentidos, dos bens de produção em massa, do crédito sem limite, do teatro político e do divertimento. Enquanto estávamos entretidos, as leis que uma vez mantiveram o poder corporativo predatório em cheque foram desmanteladas, as que um dia nos protegeram foram reescritas e nós fomos empobrecidos.  Agora que o crédito está acabando, os bons empregos para a classe trabalhadora se foram para sempre e os bens produzidos em massa se tornaram inacessíveis, nos sentimos transportados do Brave New World para 1984. O estado, atulhado em déficits maciços, em guerras sem fim e em golpes corporativos, caminha em direção à falência. É hora do Big Brother assumir as previsões de Huxley. Passamos de uma sociedade onde somos habilmente manipulados por mentiras e ilusões a uma onde nós somos controlados abertamente.
Orwell nos alertou sobre um mundo em que os livros eram banidos. Huxley nos alertou sobre um mundo em que ninguém queria ler livros. Orwell nos alertou sobre um estado de guerra e medo permanentes. Huxley nos alertou sobre uma cultura de prazeres do corpo. Orwell nos alertou sobre um estado em que toda conversa e pensamento eram monitorados e no qual a dissidência era punida brutalmente. Huxley nos alertou sobre um estado no qual a população, preocupada com trivialidades e fofocas, não se importava mais com a verdade e a informação. Orwell nos viu amedrontados até a submissão.  Mas Huxley, estamos descobrindo, era meramente o prelúdio de Orwell. Huxley entendeu o processo pelo qual seríamos cúmplices de nossa própria escravidão. Orwell entendeu a escravidão. Agora que o golpe corporativo foi dado, estamos nus e indefesos. Estamos começando a entender, como Karl Marx sabia, que o capitalismo sem limites e desregulamentado é uma força bruta e revolucionária que explora os seres humanos e o mundo natural até a exaustão e o colapso. 
“O partido busca todo o poder pelo poder”, Orwell escreveu em  1984. “Não estamos interessados no bem dos outros; estamos interessados somente no poder. Não queremos riqueza ou luxo, vida longa ou felicidade; apenas poder, poder puro. O que poder puro significa você ainda vai entender. Nós somos diferentes das oligarquias do passado, já que sabemos o que estamos fazendo. Todos os outros, mesmo os que se pareciam conosco, eram covardes e hipócritas. Os nazistas alemães e os comunistas russos chegaram perto pelos seus métodos, mas eles nunca tiveram a coragem de reconhecer seus próprios motivos. Eles fizeram de conta, ou talvez tenham acreditado, que tomaram o poder sem querer e por um tempo limitado, e que logo adiante havia um paraíso em que os seres humanos seriam livres e iguais. Não somos assim. Sabemos que ninguém toma o poder com a intenção de entregá-lo. Poder não é um meio; é um fim. Ninguém promove uma ditadura com o objetivo de assegurar a revolução; se faz a revolução para assegurar a ditadura. O objeto da perseguição é perseguir. O objeto de torturar é a tortura. O objeto do poder é o poder”. 
O filósofo político Sheldon Wolin usa o termo “totalitarismo invertido” no livro “Democracia Ltda.” para descrever nosso sistema político. É um termo que não faria sentido para Huxley. No totalitarismo invertido, as sofisticadas tecnologias de controle corporativo, intimidação e manipulação de massas, que superam em muito as empregadas por estados totalitários prévios, são eficazmente mascaradas pelo brilho, barulho e abundância da sociedade de consumo.  Participação política e liberdades civis são gradualmente solapadas. O estado corporativo, escondido sob a fumaça da indústria de relações públicas, da indústria do entretenimento e do materialismo da sociedade de consumo, nos devora de dentro para fora. Não deve nada a nós ou à Nação. Faz a festa em nossa carcaça. 
O estado corporativo não encontra a sua expressão em um líder demagogo ou carismático. É definido pelo anonimato e pela ausência de rosto de uma corporação. As corporações, que contratam porta-vozes atraentes como Barack Obama, controlam o uso da ciência, da tecnologia, da educação e dos meios de comunicação de massa. Elas controlam as mensagens do cinema e da televisão. E, como no Brave New World, elas usam as ferramentas da comunicação para aumentar a tirania. Nosso sistema de comunicação de massas, como Wolin escreveu, “bloqueia, elimina o que quer que proponha qualificação, ambiguidade ou diálogo, qualquer coisa que enfraqueça ou complique a força holística de sua criação, a sua completa capacidade de influenciar”. 
O resultado é um sistema monocromático de informação. Cortejadores das celebridades, mascarados de jornalistas, experts e especialistas, identificam nossos problemas e pacientemente explicam seus parâmetros. Todos os que argumentam fora dos parâmetros são desprezados como chatos irrelevantes, extremistas ou membros da extrema esquerda. Críticos sociais prescientes, como Ralph Nader e Noam Chomsky, são banidos. Opiniões aceitáveis cabem, mas apenas de A a B. A cultura, sob a tutela dos cortesãos corporativos, se torna, como Huxley notou, um mundo de conformismo festivo, de otimismo sem fim e fatal.
Nós nos ocupamos comprando produtos que prometem mudar nossas vidas, tornar-nos mais bonitos, confiantes e bem sucedidos — enquanto perdemos direitos, dinheiro e influência. Todas as mensagens que recebemos pelos meios de comunicação, seja no noticiário noturno ou nos programas como “Oprah”, nos prometem um amanhã mais feliz e brilhante. E isso, como Wolin apontou, é “a mesma ideologia que convida os executivos de corporações a exagerar lucros e esconder prejuízos, sempre com um rosto feliz”. Estamos hipnotizados, Wolin escreve, “pelo contínuo avanço tecnológico” que encoraja “fantasias elaboradas de poder individual, juventude eterna, beleza através de cirurgia, ações medidas em nanosegundos: uma cultura dos sonhos, de cada vez maior controle e possibilidade, cujos integrantes estão sujeitos à fantasia porque a grande maioria tem imaginação, mas pouco conhecimento científico”. 
Nossa base manufatureira foi desmantelada. Especuladores e golpistas atacaram o Tesouro dos Estados Unidos e roubaram bilhões de pequenos acionistas que tinham poupado para a aposentadoria ou estudo. As liberdades civis, inclusive o habeas corpus e a proteção contra a escuta telefônica sem mandado, foram enfraquecidas. Serviços básicos, inclusive de educação pública e saúde, foram entregues a corporações para explorar em busca do lucro. As poucas vozes dissidentes, que se recusam a se engajar no papo feliz das corporações, são desprezadas como fanáticos. 
Atitude e temperamento são habilmente manipulados pelo Estado corporativo, como caracterizou Huxley no "Brave New World". O protagonista do livro, Bernard Marx, se transforma em frustração para sua namorada Lenina:
- "Você não quer ser livre, Lenina?", pergunta ele.
- "Eu não sei que você quer dizer. Eu sou livre, livre para ter o tempo mais maravilhoso. Todo mundo é feliz hoje em dia."
Ele riu, "Sim, ' toda a gente é feliz hoje em dia. Nós temos sido tratados como crianças de cinco anos. Mas você não gostaria de ser livre para ser feliz de outra forma, Lenina? Do seu próprio modo, por exemplo; não da forma de todos os outros."
- "Eu não sei o que quer dizer", ela repetiu.
A fachada está desabando. Quanto mais gente se der conta de que fomos usados e roubados, mais rapidamente nos moveremos do Brave New World de Huxley para o 1984 de Orwell. O público, a certa altura, terá de enfrentar algumas verdades doloridas. Os empregos com bons salários não vão voltar. Os maiores déficits da história humana significam que estamos presos num sistema escravocrata de dívida que será usado pelo estado corporativo para erradicar os últimos vestígios de proteção social dos cidadãos, inclusive a Previdência Social. O estado passou de uma democracia capitalista para o neo-feudalismo. E quando essas verdades se tornarem aparentes, a raiva vai substituir o conformismo feliz imposto pelas corporações. O vazio de nossos bolsões pós-industriais, onde 40 milhões de norte-americanos vivem em estado de pobreza e dezenas de milhões na categoria chamada “perto da pobreza”, junto com a falta de crédito para salvar as famílias do despejo, das hipotecas e da falência por causa dos gastos médicos, significam que o totalitarismo invertido não vai mais funcionar. 
Nós crescentemente vivemos na Oceania de Orwell, não mais no Estado Mundial de Huxley. Osama bin Laden fêz o papel de Emmanuel Goldstein em 1984. Goldstein, na novela, é a face pública do terror. Suas maquinações diabólicas e seus atos de violência clandestina dominam o noticiário noturno. A imagem de Goldstein aparece diariamente nas telas de TV da Oceania como parte do ritual diário da nação, os “Dois Minutos de Ódio”. E, sem a intervenção do estado, Goldstein, assim como bin Laden, vai te matar. Todos os excessos são justificáveis na luta titânica contra o diabo personificado. 
A tortura psicológica do cabo Bradley Manning — que está preso há sete meses sem condenação por qualquer crime — espelha o dissidente Winston Smith de 1984. Manning é um “detido de segurança máxima” na cadeia da base dos Fuzileiros Navais de Quantico, na Virginia. Eles passa 23 das 24 horas do dia sozinho. Não pode se exercitar. Não pode usar travesseiro ou roupa de cama. Médicos do Exército enchem Manning de antidepressivos. As formas cruas de tortura da Gestapo foram substituídas pelas técnicas refinadas de Orwell, desenvolvidas por psicólogos do governo, para transformar dissidentes como Manning em vegetais. Quebramos almas e corpos. É mais eficaz. Agora todos podemos ir ao temido quarto 101 de Orwell para nos tornarmos obedientes e mansos.  Essas “medidas administrativas especiais” são regularmente impostas em nossos dissidentes, inclusive em Syed Fahad Hasmi, que ficou preso sob condições similares durante três anos antes do julgamento. As técnicas feriram psicologicamente milhares de detidos em nossas cadeias secretas em todo o mundo. Elas são o exemplo da forma de controle em nossas prisões de segurança máxima, onde o estado corporativo promove a guerra contra nossa sub-classe política – os afro-americanos. É o presságio da mudança de Huxley para Orwell. 
“Nunca mais você será capaz de ter um sentimento humano”, o torturador de Winston Smith diz a ele em  1984. ”Tudo estará morto dentro de você. Nunca mais você será capaz de amar, de ter amigos, do prazer de viver, do riso, da curiosidade, da coragem ou integridade. Você será raso. Vamos te apertar até esvaziá-lo e vamos encher você de nós”. 
O laço está apertando. A era do divertimento está sendo substituída pela era da repressão. Dezenas de milhões de cidadãos tiveram seus dados de e-mail e de telefone entregues ao governo. Somos a cidadania mais monitorada e espionada da história humana. Muitos de nós temos nossa rotina diária registrada por câmeras de segurança. Nossos hábitos ficam gravados na internet. Nossas fichas são geradas eletronicamente. Nossos corpos são revistados em aeroportos e filmados por scanners. Anúncios públicos, selos de inspeção e posters no transporte público constantemente pedem que relatemos atividade suspeita. O inimigo está em toda parte. 
Aqueles que não cumprem com os ditames da guerra contra o terror, uma guerra que, como Orwell notou, não tem fim, são silenciados brutalmente. Medidas draconianas de segurança foram usadas contra protestos no G-20 em Pittsburgh e Toronto de forma desproporcional às manifestações de rua. Mas elas mandaram uma mensagem clara — NÃO TENTE PROTESTAR. A investigação do FBI contra ativistas palestinos e que se opõem à guerra, que em setembro resultou em buscas em casas de Minneapolis e Chicago, é uma demonstração do que espera aqueles que desafiam o Newspeak oficial. Os agentes — ou a Polícia do Pensamento — apreenderam telefones, computadores, documentos e outros bens pessoais. Intimações para aparecer no tribunal já foram enviadas a 26 pessoas. As intimações citam leis federais que proíbem “dar apoio material ou recursos para organizações terroristas estrangeiras”. O Terror, mesmo para aqueles que não tem nada a ver com terror, se torna o instrumento usado pelo Big Brother para nos proteger de nós mesmos. 
“Você está começando a entender o mundo que estamos criando?”, Orwell escreveu. “É exatamente o oposto daquelas Utopias estúpidas que os velhos reformistas imaginaram. Um mundo de medo, traição e tormento, um mundo em que se atropela e se é atropelado, um mundo que, ao se sofisticar, vai se tornar cada vez mais cruel”.
Chris Hedges é Editorialista.
 Publicado em TruthDig.com em 27 de dezembro de 2010.
Fonte:  Alerta Total

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Mais uma morte de Blog e expressão!

Finnis Libertas,Finnis blogus!


Não precisamos reescrever os detalhes de mais um das dezenas de escândalos de corrupção e prevaricação do desgoverno petista, um descarado roubo do dinheiro público que está sendo denunciado pela revista Veja desta semana.
Faltando menos de um mês do primeiro turno a reportagem trás à sociedade mais uma, e talvez a última oportunidade de refletir sobre a desgraça que cairá sobre nosso país se a candidata do presidente for eleita.
Ninguém, absolutamente ninguém, poderá, em um processo de perseguição pelo covil de bandidos do petismo, na prisão comunista ou à beira de sua cova coletiva, dizer que foi enganado pelo governo para votar em Dilma.
Os canalhas esclarecidos sem um pingo de vergonha nunca poderão fazer cara de paisagem quando o país começar a sofrer o efeito da invasão dos bárbaros comunistas com a confirmação do projeto de poder perpétuo do petismo com seu já descarado viés fascista.

Os togados não irão ter justificativas plausíveis para rebater as acusações de covardia, omissão ou cumplicidade diante de todos os que os olharem de frente e os chamarem de canalhas traidores do país.
Os acadêmicos terão que rasgar seus diplomas e professarem unicamente o ideal comunista já qualificado como hediondo pela União Européia.
Os estudantes sentirão na pele o efeito da submissão ao ideal fascista.
As Forças Armadas trocarão seus uniformes e serão transformadas no Exército Vermelho do “povo” - a cor preferida da candidata marxista.
O Parlamento somente servirá para referendar, de calças arriadas, as decisões do “Poder Executivo”.

Depois do sofrimento da sociedade, que poderá durar mais de três décadas, todos os cúmplices e lacaios dessa quadrilha comunista que controla o poder público irão mais cedo ou mais tarde enfrentar um duro tribunal revolucionário, seja diante do inferno de seus pecados ou quando do resgate do país das mãos da “gang dos quarenta e um” e seus cúmplices, por cidadãos civis e militares que libertarão o Brasil desse hediondo golpe comunista
Assim como o submundo comuno sindical levou mais de duas décadas preparando o golpe que se avizinha, poderemos também nos organizar para enfrentar da forma que for necessário os meliantes fascistas e realizar nosso sonho de democracia, liberdade e justiça social, em uma ambiente econômico livre das amargas de uma burguesia de poder público corrupto, prevaricador e incompetente.
Nosso futuro, depois da degeneração do país, será de um ambiente econômico capitalista - de Estado mínimo - controlado por uma Justiça digna desse nome, e sem os crimes do neoliberalismo a serviço dos banqueiros e de multinacionais, que vivem para explorar as vantagens competitivas de mão de obra barata dos países em desenvolvimento.
A vagabundagem terá seu preço mas nunca o benefício da proteção do Estado em troca de votos espúrios.
Estamos próximos de confirmar a seguinte descrição de nossa sociedade:
É preciso entender que o Lula da Silva prestou um grande serviço à humanidade: foi o único que revelou para o mundo a verdadeira face de 84% do povo brasileiro. E esta face, é muito difícil de ser encarada no espelho sem que o seu dono e mais 84% do povo brasileiro assumam a condição de um ser desprezível, seres desprezíveis.
Este favor o mundo deve a Lula da Silva. Agora o mundo inteiro sabe que o povo brasileiro não é apenas um povo ignorante, sem cultura, sem estudos, mas sim, um povo sem princípios morais, sem dignidade e sem amor próprio. (Plínio Sgarbi)
Se o que está escrito acima for verdade a candidata do presidente será certamente eleita e fará do país uma quilombada fascista para ser dividido entre a quadrilha que tomou conta do poder público e seus cúmplices.
Os canalhas poderão dar o golpe e tomar o poder, mas unidos, no futuro, os derrotaremos com a força de nossa dignidade, honra, coragem e patriotismo, tudo o que está faltando nos civis canalhas esclarecidos e nos militares acovardados, permitindo o desastre fascista que se anuncia.

(*) Geraldo Almendra, Economista e Professor de Matemática, Petrópolis

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Aos meus seguidores ,visitantes e comentaristas.
Chego a marca das 40 postagens, desde de 5 de julho passado,nesta curta jornada o blog recebeu apenas 1612 visitas e umas duas duzias de comentarios, tenho apenas 15 seguidores ... Assim reconheço que não vale a pena continuar, o blog não agradou o publico... .Sem "feed back", poucas visitas e muito menos seguidores .. isso significa o fim dele.Não adianta perder meu tempo postando sem ter nenhum retorno, a apatia é geral, assim deixo este blog aberto para comentarios até o proximo sabado e depois fecho a area de comentario, o blog fica no ar apenas como arquivo a ser consultado para pesquisas.Agradeço a todos que colaboraram na divulgação deste blog e os que aqui participaram, meus sinceros agradecimentos.
Alarico Trombeta vai entrar para a clandestinidade. Que a ditadura comunista que se aproxima seja "leve" a todos!
Abraço fraterno
Alarico Trombeta
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sexta-feira, 23 de julho de 2010

Ladeira abaixo

Dora Kramer, dora.kramer@grupoestado.com.br - O Estado de S.Paulo

O PT é assim: bate como gente grande, mas quer ser tratado com carinhos reservados aos pequenos.

Quando apanha, se diz vítima da injustiça, do preconceito, do udenismo, do conservadorismo, do moralismo, dos conspiradores, dos golpistas, das elites e de quem ou do que mais se prestar ao papel de algoz na representação do bem contra o mal, do fraco contra o forte que o partido encena há anos.

Sempre no papel de mocinho, evidentemente, embora desde que assumiu o poder tenha mostrado especial predileção pela parte do roteiro que cabe ao bandido.

Luiz Inácio da Silva é mestre nessa arte, exercitada ao longo de quatro candidaturas presidenciais e muito aprimorada nestes quase oito anos de Presidência da República.

Tanto que ao longo desse tempo se consolidou na política uma linha de pensamento segundo a qual o contra-ataque significa insidiosa radicalização que só pode render malefícios aos seus autores.

Em miúdos: o adversário tem de apanhar calado; se ousar se defender pagará o atrevimento com a condenação geral e consequentemente com a derrota político-eleitoral.

Por essa lei a oposição teria de assistir quieta ao presidente usar dois anos de seu mandato como cabo eleitoral, sem "judicializar" a política com ações por campanha eleitoral antecipada.

Deveriam todos ouvir calados os desaforos que sua excelência diz contra quem bem entende quando contrariado, o que, na concepção dele, significa afrontado.

A Justiça, acionada pelo adversário, deveria atribuir tudo "à guerra eleitoral" e ignorar a existência de leis só porque ao juízo do partido no poder essas leis são retrógradas e atrapalham a marcha do espetáculo do crescimento da hegemonia política, social, ideológica e até cultural do PT e adjacências.

Pela norma referida acima a oposição deveria se comportar com toda a fidalguia durante o processo eleitoral, aceitando como verdadeiras todas as aleivosias do adversário.

Como se já não bastasse o tempo que a oposição deixou que o presidente eleito para "mudar" se apropriasse de todas as suas obras para governar e ainda as tachasse de "herança maldita" para efeito de se manter sempre na investidura do "bem".

Pois chegou a campanha eleitoral e a oposição resolveu enfrentar Lula. Pagou para ver se é perigoso mesmo dar o troco na mesma moeda: dizer umas meias-verdades por aí, carimbar umas perfídias na testa do adversário, manipular emoções do eleitorado, manejar ideias preconcebidas, despertar instintos adormecidos, jogar duro e, quando necessário, baixo.

Como quem tivesse desistido de andar na linha num embate onde o outro lado não preserva escrúpulos.

Se será beneficiada ou se isso lhe renderá malefício, é o eleitor quem dirá.

Agora, o que não soa verossímil é a versão da candidata Dilma Rousseff de que está "assustada" com as reações do adversário José Serra e que por nada neste mundo alguém a fará "baixar o nível".

Quanta delicadeza e civilidade.

Ao que se sabe Dilma Rousseff não se assusta com nada. Enfrenta a tudo e a todos, ironiza os "homens meigos" que lhe criticam os modos bruscos no trato cotidiano, reivindica para si a responsabilidade de coordenar todas as ações de governo e leva um susto com palavras mais duras?

No quesito "nível" não parece que haja nada mais baixo que um presidente da República que desacata as leis e a Constituição e fala palavrões em público.

Evidente que a cena do candidato a vice de José Serra provocando o adversário para que "explique" suas ligações com o narcotráfico, o Comando Vermelho e as guerrilhas colombianas não é edificante.

Muito melhor que no lugar disso Serra e Dilma estivessem dizendo ao País como é mesmo que pretendem dar combate à bandidagem e levar segurança ao público.

Justiça seja feita ao tucano, começou a campanha todo lhano, atribuindo até ao presidente atributos de divindade acima do bem e do mal.

Mas Lula não aceitou a esgrima como forma de luta. Preferiu a força bruta do vale-tudo. Deu o tom, definiu as armas e, portanto, não estão, nem ele nem o PT nem a candidata, na posse de autoridade moral para reclamar.

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100723/not_imp585014,0.php


quinta-feira, 1 de julho de 2010

Inversão de Valores!

A "Hegemonia" no Serviço Social é clara, a alardeada 'Ruptura' por esses agentes de infiltração Gramsciniana é evidente. Eis que o Relativismo moral e a absorção e o policiamento ideológico é o objetivo alcançado.


Esqueça justiça, esqueça valores. Relativismo é o que Impera. Há o 'Social', falhas 'sociais' (leia-se falha do Estado e de doutrinação ideológica). Longe de considerar reparação as vítimas ou a justiça, repara-se o Estado (?), paga-se presos e para benefícios dos presos.
Fico pensando o quão distante do Serviço Social essas senhoras enganadas estão (basta questionar: 60% acredita em tolices, 20% são frustradas, 20% seguem a cartilha de Gramsci...).